O prefeito de Fartura, Marcão do Haras, esteve acompanhando as obras de modernização elétrica e reparos no Posto de Saúde Central. A visita, realizada ao lado do eletricista responsável, Edson, teve como objetivo verificar o andamento da substituição da rede elétrica, que, segundo a administração, está sendo totalmente renovada com tubulação dupla para garantir mais segurança e eficiência. A expectativa é que os serviços sejam concluídos até o fim de junho.
A obra é executada pela empresa Milecom Telecomunicações Ltda – EPP, de Presidente Prudente, e, conforme divulgado, faz parte de um conjunto de ações da atual gestão voltadas à melhoria da infraestrutura da Saúde Pública Municipal.
No entanto, apesar do discurso de compromisso com o bem-estar da população, a realidade enfrentada por muitos moradores de Fartura é bem diferente. A Farmácia Municipal segue desde o início do mandato, em janeiro com falta de medicamentos básicos, incluindo remédios de uso contínuo indispensáveis para o tratamento de hipertensão, diabetes e outras enfermidades crônicas. A situação tem gerado revolta entre pacientes e familiares, que dependem do fornecimento público para manter a saúde em dia.
Diante disso, a pergunta que ecoa entre os cidadãos é inevitável: de que adianta renovar a rede elétrica de um Posto de Saúde, se os remédios mais essenciais continuam em falta? A população farturense tem direito a um atendimento digno, o que inclui não apenas a infraestrutura física, mas também o acesso garantido a medicamentos e insumos fundamentais.
O que se vê, portanto, é um contraste preocupante entre obras pontuais que ganham destaque nas redes sociais da Prefeitura e a realidade concreta dos usuários do sistema de Saúde. A ausência de planejamento e a falta de sensibilidade da atual administração, comandada por Marcão do Haras e Célia do Zé, levantam sérias dúvidas sobre a gestão dos recursos e das prioridades no município.
Moradores e vereadores cobram explicações, mas até o momento, nenhuma justificativa oficial foi apresentada para o desabastecimento da Farmácia Municipal. O que se vê é descaso e incompetência na gestão municipal, porém, a falta de medicamentos se tornou a marca registrada da gestão Marcão do Haras e Célia do Zé.