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Primeiro Natal da União escancara o fracasso da gestão Marcão do Haras e Célia do Zé

O primeiro Natal da União entrou para a história de Fartura não como símbolo de união, mas como o retrato fiel do fracasso administrativo que marca a gestão de Marcão do Haras e Célia do Zé.

Em contraste com o discurso do secretário de Turismo, André Bertoni, que tem repetido pelas esquinas da cidade que o evento foi um sucesso, a realidade vivida pelos moradores é bem diferente. As críticas são duras e generalizadas, principalmente em relação às improvisações, à falta de planejamento e à execução desastrosa do projeto.

Moradores relatam que diversos enfeites foram instalados às pressas apenas no dia 24 de dezembro, quando o Natal já estava praticamente consumado. Alguns elementos, longe de encantar, causaram estranhamento e até medo. O caso mais emblemático foi o do Papai Noel avaliado em R$ 17 mil, que acabou escondido na Chácara Municipal após manifestações e críticas da população.

A confirmação oficial do fracasso veio na tarde de ontem, quando a Prefeitura de Fartura publicou a Portaria nº 26, instaurando procedimento para apurar o descumprimento do contrato firmado para a realização do evento. Inicialmente, o processo mira a empresa responsável, mas o questionamento que ecoa entre os moradores é inevitável: haverá responsabilização do prefeito, do secretário e dos setores da administração envolvidos na contratação?

Para a população, o problema vai além da execução contratual. O Natal da União expôs, mais uma vez, a falta de planejamento, a desorganização administrativa e a ausência de gestão eficiente. O evento que deveria fortalecer a cidade terminou como um símbolo do improviso, do desperdício de recursos públicos e da distância entre o discurso oficial e a realidade vivida pelos farturenses.

PORTARIA 2026