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Tayayá Resort divulga nota após questionamentos

Complexo turístico destaca modelo de multipropriedade e nega envolvimento com jogos de azar

O Complexo Turístico Tayayá Resort, localizado em Ribeirão Claro, na divisa entre o Paraná e São Paulo, publicou uma nota oficial nas redes sociais com esclarecimentos após a repercussão de reportagens que associaram o empreendimento a integrantes da família do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), José Antônio Dias Tóffoli.

As publicações, divulgadas por veículos de circulação nacional, apontaram que empresas em nome de irmãos do ministro teriam sido proprietárias do resort em períodos anteriores. Também foi mencionada a participação de um fundo de investimentos que manteve relações comerciais com estruturas investigadas no caso do Banco Master, embora o fundo citado não seja alvo direto de apurações.

No comunicado, a administração do Tayayá enfatizou que o empreendimento não pertence nem pode ser controlado por um único proprietário, por se tratar juridicamente de um condomínio instituído conforme a Lei nº 4.591/64, com estrutura híbrida. Segundo a nota, o complexo opera tanto no modelo tradicional de condomínio edilício quanto no sistema de multipropriedade, dividido em cotas de fração de tempo.

De acordo com a gestão, o resort reúne mais de 1.500 condôminos, entre proprietários de flats, pousadas, apartamentos, villages e unidades do modelo Ecoview. A administração afirma que essa configuração impede qualquer controle individual sobre o empreendimento.

A nota também informa que os condôminos têm acesso a serviços semelhantes aos de hotelaria e podem utilizar os imóveis como moradia ou alugá-los a terceiros. O complexo conta ainda com áreas comerciais, como marina, restaurantes, lojas e espaços de lazer, sob gestão da incorporadora.

Em relação às menções sobre jogos de azar, a administração negou a prática de atividades ilegais e afirmou que o resort opera dentro da legalidade. Ao final do comunicado, o Tayayá reforçou o compromisso com transparência, governança e continuidade das operações.

Fonte: Assessoria