Portal "Notícias da Divisa"

Paraná orienta população sobre fluxo correto de atendimento no SUS

Sesa reforça papel das UBS, UPAs e hospitais para reduzir filas e garantir atendimento adequado

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforçou na segunda-feira (16) a importância de a população compreender o funcionamento da rede pública de saúde e utilizar corretamente cada nível de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS). A medida tem como objetivo garantir mais agilidade no cuidado aos pacientes, reduzir filas e evitar deslocamentos desnecessários.

De acordo com a Sesa, a organização dos serviços é fundamental para impedir a sobrecarga de unidades de emergência e assegurar que cada cidadão seja atendido conforme a gravidade do caso. No centro dessa estrutura está a Atenção Primária, realizada principalmente pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS), que são a principal porta de entrada do sistema.

Atualmente, o Paraná conta com 2.708 pontos de atenção primária distribuídos nos municípios. Nessas unidades são realizados atendimentos como consultas de rotina, vacinação, acompanhamento de gestantes e controle de doenças crônicas. Somente em 2025, foram registrados mais de 30,8 milhões de atendimentos individuais nesse nível.

Para situações de urgência, a população deve procurar prontos-socorros e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), que atendem casos como febre alta, fraturas, dores intensas e mal-estar agudo. Já as Unidades Mistas (UMS) e Pronto Atendimentos Municipais (PAM) são responsáveis por demandas de complexidade intermediária.

Os hospitais, por sua vez, são destinados a casos de maior gravidade, como cirurgias, internações e tratamentos especializados, sendo o acesso feito, na maioria das vezes, por meio de regulação médica.

Em situações de risco iminente à vida, como infartos, acidentes graves ou quadros respiratórios severos, a orientação é acionar diretamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), pelo número 192.

Segundo a Secretaria, o uso correto da rede contribui para um sistema mais eficiente, melhora o tempo de resposta nos atendimentos críticos e garante que os recursos públicos sejam utilizados de forma mais racional e eficaz.

Fonte: Assessoria