Deputado destaca Campanha da Fraternidade e cobra soluções para déficit habitacional
O deputado estadual Luiz Cláudio Romanelli afirmou que o acesso à moradia digna deve ser tratado como um direito fundamental e não como privilégio. A declaração foi feita nesta quarta-feira (18), ao comentar a Campanha da Fraternidade promovida pela CNBB, que neste ano chama atenção para a realidade habitacional no país.
Segundo o parlamentar, a iniciativa da Igreja Católica reforça a necessidade de ir além do debate e avançar em políticas públicas concretas. “Não basta discutir a falta de moradia, é preciso implementar soluções reais para reduzir o déficit habitacional entre as famílias de baixa renda”, afirmou.
Romanelli, que já ocupou cargos ligados à área habitacional no Paraná, destacou que a casa própria representa a base de estabilidade das famílias. Ele também chamou atenção para os dados nacionais, que apontam aumento de 25% na população em situação de rua, chegando a cerca de 328 mil pessoas, além de mais de 26 milhões de moradias consideradas precárias.
No âmbito estadual, o deputado ressaltou os avanços do programa Casa Fácil Paraná, que, desde 2019, atendeu mais de 130 mil famílias. A iniciativa já recebeu investimentos superiores a R$ 1,5 bilhão e está presente em 371 municípios paranaenses, com impacto direto na geração de emprego e renda na construção civil.
Entre as modalidades, Romanelli destacou o subsídio para entrada de imóveis, que pode chegar a R$ 20 mil para famílias com renda de até quatro salários mínimos. Há ainda benefícios ampliados para idosos, com descontos maiores e condições facilitadas de financiamento.
O deputado também mencionou o programa Casa Fácil – Viver Mais, voltado à população idosa, com moradias adaptadas em modelo de aluguel social, além do Casa Fácil – Vida Nova, que prioriza o reassentamento de famílias em áreas de risco ou em situação de extrema vulnerabilidade.
Em parceria com o governo federal, por meio do Minha Casa Minha Vida, o Paraná também ampliou a oferta habitacional, com mais de 140 mil unidades contratadas.
Para Romanelli, o enfrentamento do déficit habitacional exige ação integrada entre União, estados e municípios. “Moradia digna é um direito sagrado e essencial para garantir qualidade de vida e dignidade às famílias brasileiras”, concluiu.
Fonte: Assessoria