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Aniversário sem bolo… Festa sem comemoração…

Cobrança abusiva e falta de transparência na “Quermesse de Aniversário de Fartura” geram desconfiança

A “Quermesse de Aniversário de Fartura”, organizada como alternativa ao cancelamento da EXPOFAR, tem sido alvo de críticas devido a denúncias de suposta cobrança abusiva e falta de transparência na arrecadação de taxas de comerciantes. Ambulantes, feirantes e donos de quiosques relataram que foram obrigados a pagar valores sem receber qualquer tipo de recibo, documento ou comprovante de pagamento, levantando suspeitas sobre a destinação dos recursos.

De acordo com os comerciantes afetados, os quiosques tiveram que desembolsar R$ 125,00, enquanto os feirantes foram cobrados em R$ 750,00. A ausência de informações claras sobre a arrecadação tem gerado desconfiança, e um vereador já teria se comprometido a fiscalizar e cobrar esclarecimentos da administração municipal. No entanto, a população questiona o fato de que, dos nove vereadores da Câmara, apenas um estaria atento à situação e disposto a exigir explicações.

Além da polêmica envolvendo a cobrança de taxas, moradores também reclamam da organização do evento. Um dos principais problemas apontados foi o fechamento de uma rua por uma lanchonete, o que estaria dificultando o acesso às festividades. Segundo os relatos, a disposição das barracas de um lado e o bloqueio da rua pelo estabelecimento comercial do outro tem causado transtornos aos munícipes e “visitantes”.

Diante das supostas denúncias, o vereador que acompanha o caso afirmou que irá solicitar esclarecimentos ao Presidente do COMTUR (Conselho Municipal de Turismo) sobre as irregularidades e a falta de organização no evento. A população, por sua vez, aguarda respostas concretas sobre a arrecadação das taxas e a condução da gestão municipal nas comemorações do aniversário de 134 anos de Fartura.