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Veículo da Saúde de Fartura é destruído por incêndio na SP-287

Fogo ocorreu na manhã desta sexta-feira (23), na serra entre os municípios de Fartura e Sarutaiá; relatos de funcionários levantam suspeitas sobre possível falta de manutenção, hipótese ainda não confirmada oficialmente.

Um veículo utilizado pelo setor de Saúde da Prefeitura Municipal de Fartura foi completamente destruído por um incêndio na manhã desta sexta-feira (23), às margens da Rodovia Engenheiro Thomaz Magalhães (SP-287), no trecho da serra entre Fartura e Sarutaiá, no interior de São Paulo.

De acordo com informações do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo (DER-SP), a ocorrência foi registrada por volta das 8h, na altura do quilômetro 12,9 da rodovia, no sentido norte, em direção a Sarutaiá.

Imagens registradas por um motorista que passava pelo local mostram o automóvel parado no acostamento e tomado pelas chamas. O fogo se alastrou e consumiu completamente o veículo.

Segundo as informações preliminares, apenas o motorista estaria no automóvel no momento do incêndio. Até o momento, não há confirmação oficial sobre as causas do fogo. Também não foram divulgados detalhes sobre o serviço que estava sendo realizado pelo veículo. Há relatos de que o automóvel possivelmente estaria a caminho de buscar pacientes em hospitais da região, incluindo unidades de Avaré, Botucatu e Jaú, informação que ainda necessita de confirmação oficial.

Suspeita de falta de manutenção levanta questionamentos

O caso também levanta questionamentos sobre as condições de conservação e manutenção da frota municipal da Saúde. Segundo relatos atribuídos a dois funcionários da Prefeitura, o veículo incendiado, assim como outros automóveis utilizados pelo município, supostamente estaria enfrentando problemas relacionados à falta de manutenção periódica.

As declarações, contudo, não constituem comprovação de que uma eventual deficiência na manutenção tenha provocado o incêndio. Para estabelecer as causas, será necessário apurar as condições mecânicas do veículo, o histórico de revisões e reparos, além de eventuais registros de falhas anteriores.

A ocorrência também suscita questionamentos sobre os procedimentos de manutenção preventiva adotados pela administração municipal para garantir a segurança dos veículos utilizados no transporte e no atendimento de pacientes.

Ainda conforme o DER-SP, não houve registro de congestionamento no trecho em decorrência do incêndio.

As circunstâncias do caso dependem de esclarecimentos oficiais. A Prefeitura de Fartura deverá ser questionada sobre as condições do veículo, a data da última revisão, o histórico de manutenção, a quilometragem, o custo de eventuais reparos e as providências adotadas após a ocorrência.

Até que sejam apresentados documentos ou conclusões técnicas, a suposta falta de manutenção deve ser tratada como uma alegação ainda não comprovada, sem estabelecer relação direta entre essa hipótese e o incêndio.

A apuração permanece necessária para esclarecer se o episódio foi provocado por uma falha mecânica, um problema elétrico ou outra circunstância, bem como para verificar se os protocolos de manutenção preventiva da frota municipal estavam sendo cumpridos.