Portal "Notícias da Divisa"

Author name: Luiz Rogério Alvarenga

Jovem morre afogado em Ribeirão Claro

Vítima de 18 anos era moradora de Jacarezinho e foi encontrada sem vida por equipes de resgate Um jovem de 18 anos morreu após se afogar na tarde do domingo (22), na prainha, um dos tradicionais pontos turísticos do município. A vítima foi identificada como Nicolas Faganelo, morador de Jacarezinho. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, o jovem nadava em uma área da represa Chavantes quando acabou se afogando. Equipes de resgate foram acionadas e se deslocaram até o local para atendimento da ocorrência, mas Nicolas foi encontrado já sem sinais vitais. O jovem era aluno do Colégio Estadual Rui Barbosa. O corpo foi velado na Capela da Funerária São José, em Jacarezinho.   Fonte: Assessoria

Acidente fatal ceifa a vida de três jovens

Motorista de 19 anos e dois adolescentes morreram na PR-218; sobrevivente foi transferido em estado grave Um grave acidente registrado na tarde de sábado (21), na PR-218, em Carlópolis, resultou na morte de três jovens e deixou outro gravemente ferido, provocando forte comoção em Ventania, município de origem das vítimas. De acordo com informações da Polícia Militar Rodoviária, o acidente ocorreu por volta das 15h40. O veículo, um Chevrolet Corsa, seguia no sentido Joaquim Távora–Carlópolis quando o condutor perdeu o controle da direção. O carro saiu da pista, desceu um barranco e colidiu violentamente contra árvores às margens da rodovia. O motorista, identificado como Guilherme Rodrigues de Lima, de 19 anos, morreu no local. Também não resistiram aos ferimentos os passageiros Ruan Barbosa de Souza Alves e Yan Gustavo Quadros Silva, ambos de 15 anos. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Jacarezinho para os procedimentos legais. Um quarto ocupante do veículo, Ezequiel de Almeida Leal, de 26 anos, foi socorrido em estado grave e transportado de helicóptero pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência para um hospital em Londrina, onde permanece em recuperação. Segundo apurado, o grupo seguia viagem com destino ao município paulista de Taguaí, onde visitariam familiares. A tragédia gerou grande repercussão em Ventania. A prefeitura municipal divulgou nota oficial manifestando pesar pelas mortes. A comunidade escolar também lamentou o falecimento de um dos adolescentes, estudante da Casa Familiar Rural Padre Sasaki, em Sapopema. As circunstâncias do acidente ainda são investigadas pela Polícia Civil do Paraná, que aguarda a conclusão dos laudos periciais para esclarecer as causas do ocorrido. Fonte: Assessoria

AMUNORPI discute retorno de competição regional

Municípios avaliam viabilidade de campeonato de futebol no Norte Pioneiro Representantes de municípios vinculados à Associação dos Municípios do Norte Pioneiro iniciaram tratativas para a possível retomada de uma competição regional de futebol. A discussão ocorreu durante reunião realizada na última semana. De acordo com o presidente da entidade e prefeito de Jaboti, Régis William, a iniciativa atende a uma demanda de gestores municipais e esportistas da região. Segundo ele, a proposta é avaliar o interesse das cidades e as condições legais necessárias para a realização do torneio. “Já tivemos no passado a Copa AMUNORPI. Iremos entrar em contato com todos os municípios e verificar os interessados, além de analisar as formas legais para a realização desse campeonato”, afirmou. A eventual retomada da competição ainda depende da adesão dos municípios e da definição de aspectos organizacionais, como regulamento, calendário e estrutura. A expectativa é que novos encontros sejam realizados para avançar nas tratativas. Fonte: Assessoria

2º BPM abre quartel para comunidade em Jacarezinho

Evento reuniu famílias e apresentou atividades operacionais da Polícia Militar O 2º Batalhão de Polícia Militar realizou no domingo (22) o evento “Abertura de Quartéis”, iniciativa da Polícia Militar do Paraná voltada à aproximação com a comunidade. A programação permitiu a visitação pública às dependências do batalhão, com exposição de equipamentos e demonstrações das atividades desempenhadas por diferentes unidades especializadas. Entre as atrações, estiveram apresentações do Canil, passeios de motocicleta com a equipe ROCAM e circulação em viaturas com integrantes da ROTAM. Também participaram do evento equipes da Polícia Ambiental, Rodoviária, BPEC, Patrulha Maria da Penha e Patrulha Rural, oferecendo ao público a oportunidade de conhecer de perto as frentes de atuação da corporação. Além das atividades institucionais, foram disponibilizados espaços recreativos voltados ao público infantil, com brinquedos infláveis, cama elástica, piscina de bolinhas e distribuição gratuita de alimentos como pipoca, algodão-doce, lanches e refrigerantes. O comandante interino do batalhão, major Leal, agradeceu a presença dos visitantes e destacou a importância da iniciativa para fortalecer a relação entre a Polícia Militar e a população, reforçando o compromisso da corporação com a segurança pública e a integração social. Fonte: Assessoria

Fartura repete roteiro de escândalos sem punição

Arquivamento de CPI expõe engrenagem política que transforma denúncias graves em absolvições previsíveis PIZZA DE MORTADELA ACOMPANHADA DE KI-SUCO DE UVA – Sábios entenderão! Fartura assiste, mais uma vez, ao mesmo espetáculo desgastado: denúncias sérias, barulho inicial, promessas de rigor — e, no fim, um arquivamento frio que enterra qualquer expectativa de responsabilização. A chamada CPI da Garagem Municipal terminou exatamente como muitos já previam: sem consequências práticas, apesar de um conjunto de fatos que, no mínimo, exigiriam aprofundamento rigoroso. A Comissão Parlamentar de Inquérito nº 001/2025 foi instaurada para apurar a atuação da empresa “Tucunaré” junto à frota municipal entre janeiro e março. O que se encontrou ao longo das oitivas não foi irrelevante: serviços executados sem contrato formal, manutenção de veículos públicos em condições precárias e relatos que apontam para uma rotina administrativa, no mínimo, permissiva. Ainda assim, o relatório final preferiu o caminho mais confortável. Alegando ausência de provas robustas de fraude licitatória, a comissão recomendou o arquivamento do caso, livrando o prefeito Luiz Marcos de Souza de qualquer responsabilização no âmbito legislativo. O problema não está apenas na conclusão, mas no percurso. A relatoria ficou nas mãos de um vereador alinhado politicamente ao Executivo — e que já havia se posicionado publicamente em defesa da gestão antes mesmo do encerramento dos trabalhos. O relatório reconhece irregularidades administrativas, como a execução de serviços sem contrato, mas trata tudo como circunstancial, quase inevitável, esvaziando o peso dos fatos. Enquanto isso, pontos críticos ficaram sem resposta. Um motor pertencente à Prefeitura apareceu em uma oficina fora do município, em Assis, com explicações frágeis e nenhuma responsabilização concreta. A justificativa apresentada foi aceita sem maior resistência, como se o deslocamento e o reparo de um bem público pudessem ser tratados como mero erro operacional. Mais grave: a própria CPI admitiu que ainda havia uma perícia pendente — análise de celulares que pode esclarecer eventuais vínculos e tratativas entre agentes públicos e a empresa investigada. Mesmo assim, decidiu encerrar os trabalhos. Na prática, optou por concluir sem ter todas as respostas. O processo também foi marcado por decisões que ampliam a desconfiança. Um relatório divergente, apresentado por outros vereadores, sequer foi incorporado formalmente aos autos principais. Já um parlamentar citado no contexto das investigações participou normalmente das votações, sem qualquer registro de impedimento. São detalhes que, isoladamente, poderiam ser tratados como falhas. Juntos, formam um padrão. O resultado é um retrato incômodo: uma investigação política que reconhece problemas, mas evita consequências. Um rito que cumpre formalidades, mas não entrega respostas. Um sistema que parece funcionar mais para encerrar casos do que para esclarecê-los. Enquanto isso, fora do alcance da Câmara, o caso continua vivo. O Ministério Público mantém a investigação em andamento, aguardando inclusive o resultado da perícia técnica ainda não concluída. É ali, e não no Legislativo, que pode surgir alguma resposta concreta. Fartura, porém, já conhece esse enredo. Entre denúncias, relatórios e arquivamentos, a cidade acumula episódios em que a suspeita é constante, mas a punição é inexistente. A cada novo caso, reforça-se a percepção de que há sempre um caminho institucional para diluir responsabilidades e normalizar o que deveria ser exceção. No fim, o que resta não é apenas a dúvida sobre este caso específico, mas a consolidação de um modelo: investiga-se o suficiente para justificar o processo — nunca o bastante para produzir consequência. E assim, mais uma vez, o escândalo termina como começou: com muito ruído, pouca resposta e um silêncio conveniente que fecha as cortinas sem constrangimento. RELATÓRIO FINAL DA CPI DA TUCUNARÉ

Acidente expões caos e suspeita de desvio em rua de Fartura

Capotamento, denúncias de favorecimento privado e falhas legais colocam Prefeitura sob pressão Um capotamento violento registrado na madrugada de 7 de fevereiro de 2026 escancarou o que moradores já vinham denunciando há semanas: a transformação da Rua Samuel de Oliveira, em Fartura, em um corredor de risco, marcado por decisões administrativas questionáveis, possível favorecimento privado e ausência de transparência legal. O acidente — que deixou vítimas, mobilizou o SAMU e a Polícia Militar e destruiu parte da calçada de uma residência — não foi um episódio isolado. Para os moradores, foi a prova concreta de que a intervenção viária promovida pelo Poder Executivo saiu do campo da “organização do trânsito” e entrou no território da imprudência administrativa com potencial letal. Risco ignorado virou acidente Segundo relatos formalizados em pedido de reconsideração ao Ministério Público, a retirada de lombadas em uma via íngreme e a implantação de mão dupla criaram uma combinação perigosa: alta velocidade, perda de controle e impacto direto em área residencial. O veículo envolvido no acidente desceu desgovernado, invadiu a calçada, colidiu contra uma árvore e capotou na porta da casa de uma moradora idosa. O cenário, descrito como “anunciado”, reforça a acusação de que o risco era previsível — e ignorado. Moradores encurralados e idosos em perigo A reconfiguração do trânsito não apenas elevou o risco viário, mas também comprometeu diretamente a mobilidade dos moradores, sobretudo idosos. Com a proibição de estacionamento no lado residencial, moradores passaram a disputar vagas do outro lado da via — agora de mão dupla e sem redutores de velocidade. Na prática, a medida criou uma rotina de risco: travessias constantes em condições inseguras, exposição a atropelamentos e perda de acessibilidade básica. Em uma das quadras, a situação é ainda mais grave: não há qualquer espaço disponível para estacionamento em nenhum dos lados, configurando, segundo a denúncia, “expulsão indireta do morador de sua própria rua”. Indícios de privatização do espaço público O ponto mais contundente das denúncias recai sobre a atuação de um estabelecimento comercial na via. De acordo com os documentos apresentados, a extensa faixa amarela e as restrições impostas ao estacionamento estariam, na prática, servindo como área de espera para caminhões de uma empresa privada. A acusação é direta: o espaço público teria sido convertido em pátio logístico informal, beneficiando atividade comercial às custas dos direitos dos moradores. Caso confirmado, o cenário configura possível desvio de finalidade e afronta ao princípio da impessoalidade na administração pública. Falta de publicidade levanta suspeita de ilegalidade Outro ponto crítico é a ausência de transparência formal. Moradores afirmam que não houve publicação de decreto ou portaria oficializando as mudanças no trânsito, nem comunicação prévia adequada. Em alguns casos, a notificação teria sido feita apenas verbalmente por funcionário da Prefeitura. Sem publicação em Diário Oficial, especialistas apontam que a validade jurídica das medidas — incluindo eventual aplicação de multas — pode ser questionada. A denúncia sustenta que a administração teria imposto restrições sem cumprir requisitos básicos de legalidade. Alternativa ignorada e decisão sem justificativa técnica Os documentos também apontam que havia alternativa viária viável para desvio de tráfego — utilizando ruas paralelas próximas — que teria menor impacto sobre os moradores. Ainda assim, a Prefeitura teria optado pela solução mais crítica, sem apresentar estudo técnico público que justificasse a escolha. A ausência de laudo de engenharia de tráfego e de estudo de impacto de vizinhança reforça a percepção de improviso e fragilidade técnica nas decisões adotadas. Pressão sobre o Ministério Público Diante do novo cenário, a autora da denúncia protocolou pedido de reconsideração junto ao Ministério Público, exigindo a reabertura do caso inicialmente arquivado. Entre os pedidos estão a obtenção de boletim de ocorrência do acidente, investigação de possível desvio de finalidade e verificação da legalidade dos atos administrativos. Caso o arquivamento seja mantido, a solicitação prevê o encaminhamento ao Conselho Superior do Ministério Público. Alerta: negligência pode ter consequência penal A denúncia vai além da crítica administrativa e levanta um alerta jurídico: a manutenção das atuais condições, mesmo após o acidente, pode caracterizar responsabilidade civil do Estado e até enquadramento penal por exposição ao risco. Para os moradores, o recado é claro: o acidente não foi um acaso — foi consequência direta de uma política viária sem planejamento, sem transparência e, agora, sob suspeita de beneficiar interesses privados. A crise está instalada. E, desta vez, com provas no asfalto.

Chuva intensa provoca queda de árvores e mobiliza equipes da Defesa Civil de Taquarituba em diversos bairros

A forte chuva que atingiu o município na noite de sexta-feira (20), mobilizou equipes da Defesa Civil após o registro de diversos pontos de queda de árvores em diferentes regiões da cidade. De acordo com dados do pluviômetro, foram registrados aproximadamente 90 milímetros de chuva em um curto período de tempo, volume considerado significativo e suficiente para causar transtornos, especialmente em áreas com árvores de grande porte. As ocorrências foram registradas nos bairros Parque São Roque, Muniz Matão, Serrinha e Santa Rita, após chamados realizados por moradores. No bairro Parque São Roque, uma árvore de grande porte caiu sobre um veículo que estava estacionado. No momento da queda, não havia ninguém no interior do automóvel, evitando uma situação mais grave. Na Vila Santa Rita de Cássia, um galho de árvore de grande porte caiu no quintal de uma residência, afetando, parcialmente, a lavanderia. As equipes atuaram durante a madrugada para desobstrução de vias e eliminação de riscos iminentes. Os trabalhos tiveram continuidade na manhã deste sábado (21), das 9h às 15h, para finalização dos atendimentos e remoção completa dos materiais. Apesar dos danos materiais, não há registro de feridos, desabrigados ou desalojados. A colaboração da população e o acionamento rápido das equipes foram fundamentais para minimizar os impactos das ocorrências. ⚠️ ORIENTAÇÕES A Defesa Civil reforça que, em situações de chuva intensa e ventos fortes, a população deve: Não se abrigar debaixo de árvores; Não enfrentar áreas alagadas, seja a pé ou de carro; Desligar aparelhos elétricos em caso de descargas atmosféricas; Buscar abrigo seguro e permanecer em local protegido até o fim da tempestade; Acionar a Defesa Civil em casos de risco. Telefones para emergência: (14) 99735-9044 e (14) 99711-5985 Fonte: Natália Chagas

Polícia Civil deflagra Operação “Vitrine Oculta” e prende mulher por tráfico

Ação conjunta reuniu policiais civis de Manduri, da DIG de Avaré e das Delegacias de Piraju e Taguaí, com apoio da Polícia Militar A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (20), a Operação “Vitrine Oculta” no município de Manduri, resultando na prisão em flagrante de uma mulher, de 31 anos, pelo crime de tráfico de drogas. A ação teve como objetivo o cumprimento de mandados de busca e apreensão expedidos pelo Poder Judiciário, no âmbito de investigação que apura o comércio ilícito de entorpecentes e possível prática de lavagem de capitais. Durante o cumprimento das ordens judiciais, os policiais localizaram 84 porções de cocaína, já fracionadas e prontas para a comercialização, além de uma porção de maconha. Diante da situação flagrancial, a suspeita foi detida e conduzida à unidade policial, permanecendo à disposição da Justiça. No local, também foram apreendidos R$ 550,45 em dinheiro, entre cédulas e moedas, bem como diversos objetos relacionados à atividade criminosa, incluindo balança de precisão, máquina de cartão, embalagens normalmente utilizadas para acondicionamento de entorpecentes e uma arma de choque. As equipes recolheram ainda diversos aparelhos de telefonia celular, cartões bancários, folhas de cheque, correspondências de interesse investigativo e outros materiais que poderão contribuir para a apuração dos fatos. Todo o material apreendido será submetido à perícia técnica e análise investigativa. A Operação “Vitrine Oculta” é resultado de investigação conduzida pela Polícia Civil, que identificou indícios de utilização de estabelecimentos comerciais como possíveis estruturas de fachada destinadas à ocultação e dissimulação de valores provenientes do tráfico de drogas. Participaram da ação policiais civis da Delegacia de Polícia de Manduri, com apoio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Avaré, além de equipes das Delegacias de Polícia de Piraju e Taguaí. Equipes da Polícia Militar também prestaram apoio operacional. As diligências realizadas representam etapa importante das investigações, que prosseguem com a análise do material apreendido e a identificação de outros possíveis envolvidos. A Polícia Civil reforça seu compromisso com a repressão qualificada ao tráfico de drogas e crimes correlatos, destacando que a colaboração da população, por meio de denúncias anônimas, permanece essencial para o fortalecimento da segurança pública na região. Fonte: Seccional de Avaré

Tragédia no interior: bebê é encontrada morta após mãe entrar em rio

Mulher foi presa em flagrante e caso pode ser reclassificado durante investigação A Polícia Civil confirmou o desfecho trágico do caso registrado no município de Águas de Santa Bárbara, no interior de São Paulo, onde uma mulher de 31 anos foi presa após entrar nas águas do Rio Pardo com sua filha recém-nascida no colo. O corpo da criança, de apenas 20 dias, foi localizado na manhã do dia 19, cerca de 1,5 quilômetro abaixo do ponto indicado como local de entrada no rio. O caso teve início na manhã de terça-feira (17), após acionamento via COPOM. Policiais militares encontraram o veículo da mulher nas proximidades do rio, além de objetos pessoais que indicavam o local onde ela teria acessado a água. Imagens de câmeras de segurança reforçaram a suspeita ao mostrar a mulher caminhando em direção ao leito do rio com a criança. Equipes do Corpo de Bombeiros iniciaram buscas intensivas com apoio de moradores. Horas depois, por volta das 15h, a mulher foi localizada sozinha, nas proximidades de uma ponte na divisa entre Águas de Santa Bárbara e Óleo. Ela apresentava escoriações, estava desorientada e não soube informar o paradeiro da filha. Após ser socorrida e encaminhada ao pronto-socorro, a mulher foi levada ao plantão policial em Avaré, onde teve a prisão em flagrante decretada pelo delegado Sérgio Salvador de Andrade. Inicialmente, o caso foi registrado como tentativa de homicídio. Com a localização do corpo da recém-nascida, a perícia técnico-científica foi acionada e realizou os exames no local. O corpo foi posteriormente liberado para o serviço funerário. Diante dos novos elementos, a investigação segue em andamento e a tipificação do crime poderá ser alterada para homicídio consumado ou infanticídio, conforme os resultados periciais e a apuração detalhada da dinâmica dos fatos. Fonte: Seccional de Avaré

Receituários médicos irregulares são apreendidos e mulher acaba presa pela Polícia Civil

Mandado de busca e apreensão domiciliar cumprido pela DIG de Avaré resultou na autuação por receptação Uma mulher de 47 anos foi presa em flagrante na sexta-feira (13/2/26), em Cerqueira César, durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão domiciliar realizado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Avaré. A diligência ocorreu em um imóvel situado no bairro Jardim Tropical, no Distrito Industrial, após investigação instaurada a partir de denúncia que indicava possíveis irregularidades envolvendo tráfico de drogas, comercialização de receituários médicos e uso indevido de carimbos médicos. Durante o cumprimento da ordem judicial, os policiais civis localizaram diversos blocos de receituários médicos em branco pertencentes à Secretaria Municipal de Saúde de Itapetinga (BA), incluindo receituários de controle especial, cuja emissão e circulação dependem de autorização da Vigilância Sanitária e não são de livre circulação. No interior da residência também foram apreendidos um carimbo médico, cadernos e blocos de receituário, uma folha de cheque assinada em branco, pendrives, computador (CPU), notebook e aparelho celular, objetos encontrados ocultados em diferentes pontos do imóvel. Contato mantido com o setor competente da Secretaria Municipal de Saúde de Itapetinga esclareceu que os receituários apreendidos são de uso interno e não podem circular fora das unidades médicas. Consta ainda que o médico cujo nome e carimbo aparecem nos impressos não integra o quadro profissional da referida Secretaria. Questionada sobre a origem dos materiais, a investigada apresentou narrativa vaga e contraditória, afirmando desconhecer como os itens chegaram ao local, embora tenha mencionado que familiares e conhecidos da Bahia por vezes manuseavam documentos em sua residência. Diante da apreensão dos documentos de circulação restrita e dos demais objetos de procedência duvidosa, o delegado de polícia titular de Cerqueira César, Paulo Sérgio Garcia, reconheceu a situação de flagrante e autuou a mulher pelo crime de receptação, nos termos do artigo 180 do Código Penal. Foi arbitrada fiança para a investigada, considerando que a mesma possui domicílio certo e não foram constatados impedimentos para a concessão da medida. A autoridade policial também representou judicialmente pela autorização de acesso e extração de dados dos dispositivos eletrônicos apreendidos, visando ao completo esclarecimento dos fatos. As investigações prosseguem para apurar a origem dos materiais apreendidos e eventuais responsabilidades penais relacionadas aos fatos.   Fonte: Seccional de Avaré