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“Absurdo o que a Prefeitura paga de aluguel!” (Marcão durante sua campanha)

O Mandato de Marcão do Haras e as promessas não cumpridas

A administração de Marcão do Haras segue gerando polêmica com promessas de campanha que não foram cumpridas, especialmente no que diz respeito ao aluguel de imóveis públicos. Durante a campanha eleitoral, o então candidato afirmou que acabaria com a locação de prédios pela prefeitura, uma medida que deveria garantir uma gestão mais eficiente e menos onerosa para os cofres públicos. No entanto, a realidade do mandato tem se mostrado bem diferente.

Em um dos exemplos mais controversos, a Secretaria da Educação, que atualmente funciona em um prédio próprio na Vila de Fátima, poderá ser transferida para um imóvel alugado no centro da cidade. Isso acontece enquanto a administração renova contratos de locação, como o da casa onde funciona a Secretaria de Assistência Social, sem atender à promessa de cortar custos com aluguel.

Ainda mais alarmante é o fato de que o prefeito Marcão do Haras não tem cumprido promessas feitas a entidades e servidores. O aumento salarial prometido, que ficaria acima da inflação, não foi concedido. Além disso, a implementação de farmácias em todos os postos de saúde, outra promessa de campanha, ainda está longe de se tornar realidade.

A mudança de local da Secretaria da Educação também levanta questionamentos. Por que retirar um serviço do prédio próprio na Vila de Fátima, onde o município não paga aluguel, para transferi-lo a um imóvel alugado no centro? Alguns criticam a medida como um “capricho” da nova gestão da educação, outros veem como uma tentativa de afastar a população da Vila de Fátima dos serviços prestados pela secretaria.

O comportamento dos vereadores da base do prefeito será crucial para os próximos capítulos dessa história. Muitos deles criticavam fortemente a locação de prédios pela prefeitura. Agora, com a administração de Marcão do Haras renovando contratos de aluguel e cogitando novas locações, resta saber se essa crítica continuará ou se haverá um silêncio cúmplice.

A população aguarda respostas e ação concreta. O compromisso com a austeridade e o zelo pela coisa pública será posto à prova, mais uma vez.