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Saúde em Fartura está doente!

A Pasta volta a ser questionada após puérpera relatar retorno para casa de ônibus por falta de transporte adequado A administração municipal de Fartura, lideradas pelo prefeito Marcão do Haras e pela vice Célia do Zé, enfrenta novas críticas após um relato publicado nas redes sociais pelos pais Ryan Adrian e Bruna Alessandra, no grupo Fartura, politicamente incorreto, no Facebook. O casal tornou pública a situação vivida após o nascimento do bebê, destacando falhas no atendimento e na logística da Saúde Municipal. Segundo o relato de Bruna, ela foi internada na segunda-feira, no Hospital da Unespe, em Rubião Júnior, no município de Botucatu, encaminhada pelo Posto de Saúde de Fartura por se tratar de uma gravidez de alto risco. Após passar por uma cesariana na terça-feira, permaneceu internada até a última sexta-feira. Ao receber alta, a equipe do hospital teria solicitado à Secretaria Municipal de Saúde o transporte adequado para a paciente e o recém-nascido — pedido que, segundo a publicação, não foi atendido. Bruna afirma que foi informada de que não havia carro, nem ambulância disponíveis para buscá-la. Com 11 pontos de cesária, ela relata ter sido obrigada a retornar para Fartura de ônibus, junto com o bebê recém-nascido e ela com procedimento cirúrgico recente. O caso ganhou repercussão no grupo, gerando manifestações de apoio ao casal e críticas à atual gestão, especialmente pela recorrente reclamação sobre falta de veículos e dificuldades no transporte de pacientes para consultas, retornos hospitalares e outras necessidades de Saúde. Embora o município possua veículos destinados ao setor, o episódio reforça a percepção de desorganização e falhas de gestão, especialmente diante de compromissos assumidos pela administração — como melhorar o atendimento a gestantes, agilizar exames e oferecer suporte adequado em situações sensíveis. Vale ressaltar que, recentemente, o Gabinete do Prefeito contratou, por meio de processo licitatório, a locação de um veículo de luxo destinado exclusivamente ao uso institucional. O automóvel teria se envolvido recentemente em um acidente de trânsito — felizmente sem vítimas —, mas, segundo relatos de populares, sofreu danos significativos e estaria atualmente fora de circulação. A situação gerou indignação entre alguns moradores, que afirmam que veículos adquiridos na gestão anterior para uso exclusivo da Saúde estariam sendo, supostamente, utilizados por outras secretarias do governo municipal. Enquanto isso, a população aponta que permanece à mercê de um sistema que deveria garantir suporte adequado, especialmente em situações de urgência e vulnerabilidade, como prometido em Campanha para ludibriar a população mais vulnerável de Fartura. Até o momento, a Prefeitura não se manifestou oficialmente sobre o caso relatado pelos pais. O episódio reacende o debate sobre responsabilidade administrativa, planejamento e eficiência no atendimento à população. Em situações que envolvem gestantes e recém-nascidos, especialistas apontam que o mínimo esperado é a garantia de transporte adequado e apoio institucional, evitando riscos e desconfortos adicionais às famílias.

Polícia Civil incinera mais de 1,3 tonelada de drogas em Avaré

A Polícia Civil realizou, nesta sexta-feira, 14 de novembro, a incineração de mais de 1,3 tonelada de drogas em Avaré. A ação foi conduzida pela Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (DISE) e compreendeu entorpecentes diversos, como maconha, cocaína, crack e substâncias sintéticas. O volume destruído é resultado de apreensões recentes efetuadas pela DISE e pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) em Avaré e municípios da região. A maior parte do montante decorre de uma operação realizada no último dia 7 de novembro, na área de Iaras, que culminou na apreensão de mais de 1 tonelada de maconha e na prisão do motorista responsável pelo transporte da droga. A ação foi realizada pela DIG. A destruição do material ocorreu em um forno industrial de alta temperatura, cedido sem custos por uma empresa da cidade, garantindo condições técnicas adequadas ao procedimento. Todo o processo foi executado de forma contínua, desde a retirada dos entorpecentes da sede da DISE até o local da incineração. A medida contou com prévia autorização judicial, seguindo rigorosamente os protocolos legais que regem a eliminação de substâncias ilícitas. A supervisão das etapas foi realizada por autoridades do Ministério Público, da Polícia Civil e da Vigilância Sanitária, assegurando transparência e conformidade normativa. Participaram da ação o Promotor de Justiça Marcos Vieira Godoy (Avaré), o Delegado de Polícia Claudinei Camargo Ferreira (DISE), o fiscal de Vigilância Sanitária Orlando Henrique Garcia Teixeira (Avaré), além de equipes da DIG e da DISE, responsáveis pelo apoio logístico, pela escolta e pela segurança de todo o procedimento. Fonte: Polícia Civil

Polícia Civil deflagra Operação “Revide” e prende investigados por tráfico

Ação simultânea desarticula base criminosa e reforça o combate ao tráfico em Paranapanema e região A Delegacia Seccional de Polícia de Avaré deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 13/11, a Operação “Revide”, que culminou na prisão de dois investigados e no cumprimento de mandados de busca em endereços ligados ao tráfico de drogas e a uma associação criminosa que atua regionalmente. As diligências ocorreram de forma simultânea nos municípios de Paranapanema, Angatuba e Itapetininga, sob coordenação da Delegacia de Polícia de Paranapanema e com apoio da DIG de Avaré (Delegacia de Investigações Gerais) e das Delegacias de Taquarituba, Piraju e Taguaí. Precedentes e Origem da Operação “Revide” A ação desta quinta-feira é decorrência de meses de investigação e foi impulsionada por fatos recentes que evidenciaram a elevada periculosidade do grupo criminoso. Na última sexta-feira, diligência realizada em Paranapanema já havia resultado na prisão de um dos integrantes da organização. Na ocasião, foram apreendidas expressiva quantidade de drogas, munições e anotações típicas da contabilidade do tráfico, reforçando o conjunto probatório até então angariado. Outro elemento decisivo para o avanço das investigações foi a apuração de episódio de violência ocorrido naquela mesma sexta-feira, em Angatuba, no qual três alvos principais se envolveram em confronto direto, havendo o revide de um deles contra os outros dois. O fato, possivelmente relacionado a disputas internas, demonstrou a escalada de violência entre os investigados, justificou a adoção urgente de medidas cautelares e inspirou o nome da operação. Apreensões de Hoje Reforçam as Provas As equipes iniciaram os trabalhos ao amanhecer, dando cumprimento aos mandados de busca e prisão. Em Angatuba, no bairro Batalheiras, um dos principais alvos da investigação foi detido e recebeu voz de prisão em flagrante. No imóvel, a Polícia Civil realizou volumosa apreensão de materiais, incluindo numerosos petrechos e anotações típicas do tráfico de drogas, reforçando de maneira contundente as evidências previamente coletadas acerca da atuação estruturada da associação criminosa. Simultaneamente, em outro endereço situado no bairro Jardim Domingos Orsi I, também em Angatuba, a residência de um segundo investigado foi vistoriada, sendo localizados resquícios de entorpecentes. Ele foi preso preventivamente no hospital de Itapetininga, onde recebia atendimento médico. A operação ainda contemplou o cumprimento de mandado de busca e apreensão em um terceiro endereço, no bairro Vila Nova, igualmente em Angatuba, visando um indivíduo envolvido no recente episódio de violência entre os membros do grupo. Continuidade das Investigações As investigações realizadas ao longo de meses permitiram identificar um fluxo contínuo de transporte, fornecimento e comercialização de drogas entre Paranapanema, Angatuba e outras cidades da região, revelando uma organização criminosa estruturada, dotada de divisão de tarefas e mecanismos próprios de cobrança e controle. A Operação “Revide” tem como finalidade interromper o abastecimento de drogas, reduzir a capacidade operacional da associação criminosa e fortalecer a presença institucional da Polícia Civil no enfrentamento ao crime organizado. Todo o material apreendido será encaminhado ao Instituto de Criminalística, enquanto as investigações prosseguem. Os indivíduos presos foram transferidos para unidades do sistema penitenciário e serão apresentados à audiência de custódia. Fonte: Polícia Civil

Operação da Polícia Civil desmantela rede de tráfico e prende três em Manduri

A Polícia Civil desencadeou, na quarta-feira (12), uma operação coordenada pela Delegacia de Manduri, com apoio de policiais civis de Piraju, que resultou na prisão de três homens suspeitos de integrar uma rede de tráfico de drogas em Manduri. Dois deles foram detidos em flagrante, enquanto o terceiro foi capturado por força de mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça. As diligências ocorreram em diversos pontos do município, de forma simultânea, com o objetivo de surpreender os alvos e impedir eventual fuga. Em uma das frentes da ação, um homem de 36 anos foi preso na Avenida Brasil durante o cumprimento de mandado judicial. Na residência, os investigadores encontraram uma porção de maconha, R$ 1.972,00 em dinheiro, cinco telefones celulares, uma máquina de cartão e outros itens que reforçam a suspeita de atividade voltada ao comércio de entorpecentes. Além disso, no aparelho celular do suspeito foram identificadas imagens que exibem grandes quantidades de drogas e somas expressivas de dinheiro fracionado, material comum em ambientes de traficância. Paralelamente, outra equipe deu cumprimento a mandado de busca na Avenida Emílio Tozoni, onde um jovem de 19 anos foi preso em flagrante. No imóvel, os policiais apreenderam 39 papelotes de cocaína (40,9 g), uma pedra de crack (1,6 g), uma pequena porção de maconha, além de uma balança de precisão, dois celulares, uma faca com vestígios de droga, um simulacro de arma de fogo, fita adesiva e um notebook. A disposição dos materiais na residência indicava organização e rotina de preparo e distribuição de entorpecentes. De acordo com a Polícia Civil, o jovem já era investigado em outros procedimentos relacionados ao tráfico e aparecia em relatórios de inteligência apontando possível associação com traficantes atuantes em Manduri. Durante a intervenção, indivíduos encontrados próximos ao imóvel confirmaram que estavam no local para adquirir drogas, reforçando o quadro de comércio ilegal ativo. A terceira prisão do dia foi concretizada também em Manduri, onde um homem de 24 anos foi capturado em cumprimento de mandado de prisão preventiva. Ele já era investigado por envolvimento com o tráfico de drogas. Em sua posse foi encontrado um telefone celular, que também será analisado. A prisão ocorreu sem resistência e na presença de sua advogada. Outra equipe ainda cumpriu mandado de busca em um imóvel do mesmo bairro, que estava vazio no momento da chegada dos policiais. No interior, foram localizadas três porções de maconha e um aparelho celular, ambos apreendidos e encaminhados para apuração de eventual vínculo com os demais detidos. Segundo a Delegacia de Manduri, a operação foi planejada com base em levantamentos realizados pelo setor de inteligência, que já havia mapeado áreas e indivíduos ligados ao tráfico local. A unidade enfatizou que o apoio dos policiais de Piraju foi fundamental para o cumprimento simultâneo das ordens judiciais e para o fortalecimento da ação repressiva. Os três presos foram conduzidos à Delegacia de Piraju, onde permaneceram à disposição do Poder Judiciário aguardando audiência de custódia. Todo o material apreendido será submetido à perícia. A Polícia Civil de Manduri informou que as investigações seguem em andamento, com o objetivo de identificar outros envolvidos e aprofundar possíveis vínculos entre os suspeitos, alguns dos quais figuram em procedimentos paralelos por tráfico e associação criminosa na região. Fonte: Polícia Civil

Câmara de Fartura recebe pedidos de afastamento e abertura de Comissão Processante contra o vereador Anderson Lima

Protocolos teriam relação com a condução da CPI da Tucunaré, que apura possíveis irregularidades em contratos municipais A Câmara Municipal de Fartura recebeu nesta semana dois pedidos oficiais envolvendo o vereador Anderson Luiz Cassiano de Lima (PSD) — um requerendo o afastamento temporário do cargo por 60 dias e outro solicitando a abertura de uma Comissão Processante (CP) para investigar supostas condutas irregulares do parlamentar. Os documentos foram protocolados junto à Secretaria Legislativa e encaminhados ao setor jurídico da Casa para análise de admissibilidade. Caso sejam considerados regulares, deverão ser submetidos à votação na próxima sessão ordinária, quando os vereadores decidirão pela aceitação ou não das solicitações. Conforme o Regimento Interno do Legislativo, o afastamento temporário pode ser concedido por motivos pessoais, de saúde ou outras justificativas previstas em lei, desde que aprovado pela maioria dos parlamentares. Já a abertura de uma Comissão Processante segue os ritos do Decreto-Lei nº 201/1967, instrumento legal que regula a investigação e responsabilização de agentes políticos municipais. Pedidos podem ter origem em denúncias sobre a CPI da Tucunaré Embora o teor completo dos documentos ainda não tenha sido divulgado oficialmente, fontes próximas à Câmara informaram que as solicitações teriam sido apresentadas por munícipes e estariam relacionadas à condução da CPI da Tucunaré, presidida pelo vereador Anderson Lima. A comissão foi instaurada para investigar possíveis irregularidades em contratos celebrados entre o Município e a empresa Tucunaré, responsável por serviços de manutenção de veículos e maquinários. Durante as últimas sessões, a CPI foi marcada por fortes tensões e discussões acaloradas entre os membros e as testemunhas ouvidas. O episódio mais recente, que ganhou repercussão local, envolveu o empresário Frank da Auto Giro, cujo depoimento terminou em um confronto verbal com o presidente da CPI. De acordo com relatos de pessoas presentes à sessão e nas dependências de um Posto de Abastecimento e Conveniências próximo ao Jardinzinho, onde o vereador Anderson Lima teria proferido ofensas pessoais e palavras de baixo calão contra o empresário durante o depoimento e, posteriormente e teria feito ameaças. As quais foram lavradas em Boletim de Ocorrência, junto a Delegacia de Polícia Civil de Fartura. O caso gerou forte reação pública e acirrou os debates sobre a conduta do vereador na condução da CPI. Parte da população e de outros agentes políticos passou a defender a adoção de medidas disciplinares, o que, segundo apuração da reportagem, pode ter motivado os pedidos de afastamento e abertura da Comissão Processante. Posicionamento da Mesa Diretora O presidente da Câmara, Bruno Guazzelli Durço (PSD), confirmou o recebimento dos protocolos e afirmou que todos os trâmites seguirão “os princípios da legalidade, transparência e imparcialidade”. “A Câmara tem compromisso com a legalidade e com a transparência. Todos os pedidos serão tratados com seriedade, sem prejulgamentos”, declarou Guazzelli. O presidente também ressaltou que o setor jurídico está analisando o conteúdo das denúncias e que o vereador Anderson Lima terá direito à ampla defesa e ao contraditório, caso os pedidos sejam aceitos. Até o fechamento desta reportagem, o vereador Anderson Lima não havia se manifestado publicamente sobre os episódios nem sobre os pedidos de afastamento e de abertura da Comissão Processante. Próximos passos Com a análise jurídica em andamento, a expectativa é de que o tema seja levado ao plenário na próxima sessão. Caso o pedido de Comissão Processante seja acatado, será formada uma nova comissão, composta por três vereadores sorteados entre os demais parlamentares, responsável por conduzir a investigação. A possível abertura da CP poderá se somar à já intensa agenda política do Legislativo farturense, que desde a criação da CPI da Tucunaré tem sido palco de fortes disputas internas, denúncias e acusações cruzadas entre parlamentares e investigados.

Homem é condenado a 14 anos por tentativa de homicídio em Jacarezinho

Crime no bairro Pompeia teve 33 golpes de facão; vítima sobreviveu, mas ficou com sequelas permanentes O Tribunal do Júri da Comarca de Jacarezinho condenou, nesta semana, Cléverson Madeira Fonseca, conhecido como “Coco”, a 14 anos de prisão em regime fechado por tentativa de homicídio triplamente qualificado. O crime ocorreu em setembro de 2023, no bairro Residencial Pompeia, e chamou a atenção pela violência empregada. De acordo com a denúncia do Ministério Público, Cléverson atacou Felipe Alexandre Maciel, que à época trabalhava na Usina Jacarezinho, com 33 golpes de facão, sendo 14 deles na cabeça. A vítima sobreviveu, mas sofreu amputação de dedos e sequelas físicas permanentes, que a tornaram inapta para o trabalho. O julgamento foi conduzido pelo juiz Renato Garcia e teve duração de cerca de sete horas, com oitiva de testemunhas e interrogatório do réu. Discussão teria começado por motivo banal Conforme as investigações, o crime teve início após uma discussão motivada por um capacete esquecido pelo pai da vítima na casa do acusado. Relatos apontam que o pai de Felipe costumava consumir bebidas alcoólicas e entorpecentes com Cléverson, comportamento que o filho reprovava. Ao tentar reaver o capacete, Felipe acompanhou o pai até o local, onde teria ocorrido a briga que culminou no ataque. Após agredir violentamente a vítima em um terreno baldio, o acusado abandonou o jovem acreditando que ele estivesse morto. Qualificadoras reconhecidas O Conselho de Sentença acolheu as três qualificadoras apresentadas pela promotoria: motivo fútil, relacionado à discussão por causa do capacete; meio cruel, devido à quantidade e intensidade dos golpes; e recurso que dificultou a defesa da vítima, que estava desarmada. No momento do crime, Cléverson usava tornozeleira eletrônica em razão de uma condenação anterior por tráfico de drogas. Após o ataque, ele cortou o equipamento e fugiu, sendo preso dias depois na cidade de Carlópolis. Durante o julgamento, o réu confessou o crime, mas alegou ter agido em legítima defesa, argumento rejeitado pelos jurados. Sentença e indenização Com base na decisão dos jurados, o juiz fixou a pena em 14 anos de reclusão em regime fechado, levando em conta os antecedentes do condenado. Cléverson também foi condenado a indenizar a vítima em R$ 20 mil por danos morais. A defesa do réu foi conduzida pelo advogado Alcides Francisco Ferraz de Almeida Lima. Na acusação, atuou o promotor Rafael Guerra Costa. O condenado permanece preso, mas poderá recorrer da sentença ao Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR). Fonte: TJPR

DIG de Avaré prende homem e apreende 1,3 tonelada de maconha em operação

Uma operação da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Avaré resultou na prisão de um homem e na apreensão de 1,3 tonelada de maconha, na tarde de sexta-feira (7), na cidade de Iaras. A ação foi deflagrada após informações repassadas por policiais civis de São Paulo indicarem um carregamento de drogas que seria transportado pela região. O flagrante ocorreu nas proximidades do quilômetro 282 da Rodovia Castelo Branco, em um posto abandonado. Durante a diligência, os policiais civis localizaram um caminhão e um veículo de passeio, ambos utilizados no transporte da droga. Parte da carga já havia sido descarregada quando a equipe da DIG chegou ao local. No total, foram apreendidos 1.321,1 quilos de maconha, distribuídos em diversos tijolos prontos para comercialização. O motorista foi detido em flagrante, enquanto outros suspeitos conseguiram fugir antes da chegada das viaturas. Os veículos — um caminhão Ford Cargo e um automóvel Citroën C4 Cactus — foram apreendidos e encaminhados para perícia. A ação contou com o apoio do Instituto de Criminalística, que confirmou o peso da droga e realizou a documentação técnica no local. Todo o entorpecente foi lacrado e armazenado para posterior destruição. Os trabalhos de elaboração do auto de prisão em flagrante no Plantão de Avaré se estenderam por toda a noite de ontem (7) e só foram concluídos na manhã deste sábado (8), devido à complexidade da ocorrência e à grande quantidade de entorpecente apreendida. O preso permaneceu em silêncio após ser orientado por advogado, e o flagrante foi formalizado com base no artigo 33 da Lei de Drogas (Lei 11.343/2006). De acordo com o Delegado Seccional de Polícia de Avaré, Fabiano Ribeiro Ferreira da Silva, a apreensão é resultado do trabalho integrado de inteligência policial e reforça o compromisso da Polícia Civil com o combate ao tráfico de drogas na região. “A atuação rápida e precisa da equipe da DIG foi essencial para o êxito da operação”, destacou. A apreensão de 1,3 tonelada de maconha representa uma das maiores já registradas na área de atuação da Delegacia Seccional de Polícia de Avaré e demonstra o empenho da Polícia Civil local em desarticular rotas utilizadas por organizações criminosas para o transporte interestadual de entorpecentes. Fonte: Polícia Civil

Dois são presos em operação conjunta que apreende drogas e dinheiro

Uma operação conjunta deflagrada entre os dias 6 e 7 de novembro, em Paranapanema, resultou na prisão de dois homens, de 23 e 30 anos, além da apreensão de expressiva quantidade de drogas, munições, dinheiro e materiais utilizados no preparo e comércio ilícito de entorpecentes. A ação foi coordenada pela Delegacia de Polícia da cidade e contou com a participação integrada da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal. Na manhã desta sexta-feira (7), as equipes cumpriram mandado de busca e apreensão em uma residência situada no bairro CDHU, onde foi preso o homem de 23 anos. No local, os policiais encontraram 1.443,50 gramas de maconha, 204,60 gramas de crack e 2.378,50 gramas de insumos utilizados para o preparo e mistura de entorpecentes. O imóvel apresentava forte odor de drogas e vestígios de preparo e embalagem para comercialização. Durante as buscas, foram apreendidos diversos materiais típicos da traficância, incluindo duas balanças de precisão com resíduos de entorpecentes, facas e tesoura com sujidades, seladora e rolos de filme plástico, cadernos com anotações do tráfico, um simulacro de arma de fogo, um dispositivo de choque (taser) e duas munições calibres 16 e 36. Também foram recolhidos R$ 573,50 em espécie, um cheque de R$ 900,00, um liquidificador com resquícios de droga e dois aparelhos celulares, que serão periciados. A operação foi planejada com base em investigação prévia e autorizada judicialmente. Os policiais civis, militares e guardas municipais cercaram o imóvel para evitar fuga e destruição de provas, sendo necessária a entrada forçada após reiteradas ordens de voz. O preso de 23 anos foi detido no interior da casa, conduzido à Delegacia e autuado em flagrante. Na véspera, quinta-feira (6), outra equipe havia cumprido mandado em um bar localizado na Rua José do Patrocínio, região central da cidade, onde foi preso o homem de 30 anos, também investigado por tráfico. No local, os agentes localizaram 74,50 gramas de cocaína, 22,40 gramas de crack e 14,20 gramas de maconha, além de R$ 4.550,00 em espécie escondidos no pé de uma mesa de bilhar, centenas de embalagens plásticas, uma balança de precisão e uma munição calibre .32. Três telefones celulares foram recolhidos para análise pericial. Durante as buscas, os policiais encontraram alimentos expostos à venda em condições impróprias, apresentando mofo e embalagens abertas. Entre os produtos deteriorados estavam doces. A Vigilância Sanitária foi acionada, compareceu ao local e lavrou auto de infração, interditando parte das atividades comerciais do estabelecimento. Ambos os investigados foram autuados em flagrante e encaminhados à Delegacia de Polícia de Paranapanema. O de 23 anos responderá por tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse irregular de munição, enquanto o de 30 anos foi indiciado por tráfico de drogas, posse irregular de munição e crime contra as relações de consumo, previsto no artigo 7º, inciso IX, da Lei nº 8.137/90. O Delegado de Polícia de Paranapanema, Sérgio Salvador de Andrade, representou pela conversão das prisões em flagrante em preventivas. Os presos estão à disposição da Justiça. Segundo a Polícia Civil de Parananapanema, a operação é resultado de trabalho conjunto e contínuo entre as forças de segurança do município, que vêm atuando de forma coordenada para desarticular pontos de venda e distribuição de drogas. As drogas apreendidas foram encaminhadas à perícia criminal, o dinheiro será depositado judicialmente, e os celulares passam por análise técnica para identificação de contatos, transferências e indícios de associação criminosa. Fonte: Polícia Civil

Ciclone extratropical provoca tempestade e causa queda de árvores em Taquarituba

Ventos de até 100 km/h e chuva de 100 mm provocaram queda de árvores e danos em estruturas, mas não houve vítimas; equipes da Defesa Civil atuam desde a madrugada nos atendimentos. A Defesa Civil de Taquarituba informa que, em decorrência da passagem de um ciclone extratropical sobre o estado de São Paulo, foram registradas fortes rajadas de vento e chuvas intensas no início da madrugada deste sábado (8). Durante o evento climático, foram contabilizadas mais de 40 quedas de árvores em diferentes pontos da cidade, além do destelhamento parcial da garagem Municipal da Educação “Rafael Chamorro Neto”, localizada no Distrito Industrial, onde alguns veículos foram atingidos. Não houve registro de vítimas. De acordo com o levantamento, o acumulado de chuva chegou a 100 milímetros e as rajadas de vento atingiram cerca de 100 km/h, provocando danos em áreas urbanas e rurais. Desde as primeiras horas do incidente, as equipes da Defesa Civil vêm atuando nos atendimentos emergenciais, priorizando a remoção de árvores caídas, liberação de vias públicas e vistoria de estruturas que possam ter sido danificadas. Apesar dos danos materiais, não houve interrupção significativa no trânsito urbano, e as principais vias do município permanecem liberadas. “A situação está sob controle. Nossas equipes continuam em campo desde a madrugada, atendendo todas as ocorrências e monitorando possíveis novos pontos de risco”, destacou Leonardo Matheus Castro Bueno, Coordenador da Defesa Civil de Taquarituba. O município segue em estado de observação, conforme alerta do Instituto de Meteorologia (Inmet), que mantém aviso de muitas nuvens e chuva isolada para a região até o final do dia. Alertas estão sendo publicados nos canais oficiais do município. A Defesa Civil reforça a orientação para que a população evite permanecer sob árvores, próximo a estruturas metálicas ou redes elétricas, e não enfrente pontos de alagamentos, caso ocorra. Em caso de emergência ou novas ocorrências, entrar em contato pelos telefones da Defesa Civil: (14) 99711-5985 e (14) 99735-9044. Natalia Fernanda das Chagas Jornalista 95173-SP Agente do Setor Operacional – Defesa Civil de Taquarituba

Polícia Militar intensifica ações na região durante a “Operação Sinergia IV”

O 2º Batalhão de Polícia Militar do Paraná (2º BPM) realizou, entre os dias 3 e 7 de novembro de 2025, a “Operação Sinergia IV”, uma ação coordenada de policiamento ostensivo voltada ao enfrentamento dos principais crimes que afetam a população, como tráfico de drogas, homicídios, roubos e furtos. A operação foi desenvolvida em duas fases — regional e estadual — e contou com a atuação conjunta de diversas subunidades, entre elas a Companhia de Polícia de Choque (CPE), a Polícia de Choque Setorial (PCS), as 1ª, 2ª, 3ª e 4ª Companhias da PM, além de efetivos especializados da ROTAM, ROCAM e Patrulha Rural Comunitária. Os lançamentos oficiais ocorreram em Carlópolis, no dia 5 de novembro, na Praça Cel. Leite, e em Ibaiti, no dia 7, na Rua Antônio de Moura Bueno. As cerimônias contaram com a presença de equipes locais e do comando do Batalhão. Objetivos da operação A “Operação Sinergia IV” teve como metas principais: Intensificar o policiamento ostensivo, tanto preventivo quanto repressivo, em áreas urbanas, rurais e de maior circulação comercial; Cumprir mandados de prisão e medidas cautelares, com base em levantamentos realizados pela Diretoria de Inteligência (DINT); Ampliar a sensação de segurança da comunidade, por meio da presença constante da Polícia Militar nas ruas; Realizar fiscalizações de veículos e pessoas com base em fundada suspeita, conforme previsto no artigo 244 do Código de Processo Penal (CPP) e Reforçar o patrulhamento em rodovias e pontos estratégicos, com o objetivo de prevenir delitos e coibir a criminalidade. Ações desenvolvidas Durante os cinco dias de operação, as equipes da PMPR executaram bloqueios de trânsito, patrulhamentos táticos, abordagens a suspeitos e fiscalizações em bares, comércios e estradas rurais. Também foram realizados bloqueios simultâneos nas principais vias das cidades participantes. As atividades mobilizaram dezenas de policiais e viaturas, em um esforço conjunto para reforçar a segurança pública e a presença da corporação nas comunidades locais. De acordo com o comando do 2º BPM, a iniciativa “representa a união de esforços entre as companhias e unidades especializadas, demonstrando a capacidade operacional e a presença efetiva da PMPR em toda a região”. A Operação Sinergia IV integra o calendário estratégico da Polícia Militar do Paraná e visa consolidar ações conjuntas entre batalhões e unidades especializadas no enfrentamento à criminalidade em todo o estado. Fonte: Polícia Militar