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Carlópolis confirma FrutFest 2025 com shows de Zé Neto e Cristiano, Leonardo e Fernando & Sorocaba

Maior feira de fruticultura do Paraná acontece entre os dias 4 e 7 de setembro e promete movimentar o Norte Pioneiro com grandes atrações musicais A XVI edição da FrutFest, considerada a maior feira de fruticultura do Paraná e do sudoeste paulista, já tem data marcada: o evento será realizado entre os dias 4 e 7 de setembro de 2025, no município de Carlópolis. Com atrações de peso da música nacional, a festa promete atrair milhares de visitantes ao Norte Pioneiro do estado. A programação foi oficialmente anunciada pela Prefeitura de Carlópolis. A abertura, na quinta-feira (4), contará com show da dupla Zé Neto e Cristiano, donos de sucessos como “Largado às Traças” e “Alô Ambev”. Na sexta-feira (5), sobem ao palco o cantor Leonardo, conhecido por hits como “Decida”, e o sertanejo Thiago Carvalho. O sábado (6) será marcado pelas apresentações da dupla Fernando e Sorocaba e do grupo Traia Véia, com repertórios animados voltados ao sertanejo universitário. Já no domingo (7), a festa se despede com show de Felipe Araújo, que se apresenta durante a tarde. Além dos shows, a FrutFest reúne expositores da cadeia da fruticultura, eventos técnicos, produtos regionais e atrações culturais, consolidando-se como uma das principais vitrines do agronegócio e do turismo rural da região. Mais detalhes sobre a programação completa do evento, estrutura e novidades deverão ser divulgados nos próximos meses. A reportagem da Folha seguirá acompanhando as atualizações.

Carlópolis abre inscrições para maior torneio de pesca esportiva em barco motorizado do Brasil

Reconhecido pelo Rank Brasil e com prêmios de alto valor, o tradicional PESCAR 2025 será realizado nos dias 3 e 4 de maio As inscrições para o tradicional Torneio de Pesca Esportiva de Carlópolis (PESCAR 2025) já estão abertas. Reconhecida nacionalmente e certificada pelo Rank Brasil como a maior competição de pesca esportiva em barco motorizado do país, a disputa acontecerá nos dias 3 e 4 de maio, no município de Carlópolis, no Norte Pioneiro do Paraná. A competição, que atrai pescadores profissionais e amadores de diversas regiões do Brasil, é uma das mais aguardadas do calendário esportivo local. A taxa de inscrição é de R$ 300,00 por embarcação com até três pessoas. Para equipes maiores, há um acréscimo de R$ 100,00 por integrante adicional. Os interessados podem se inscrever por meio do site da Prefeitura de Carlópolis, na aba dedicada ao PESCAR 2025. Também é possível obter informações diretamente com os organizadores, Rafael e Ederaldo, pelos telefones (41) 99950-9291 e (43) 99604-1013, respectivamente. O torneio segue o modelo de pesca “Pegar e Soltar”, com foco exclusivo na captura da espécie Corvina. A participação está aberta a pescadores de qualquer nacionalidade e gênero, desde que estejam devidamente licenciados para a prática da pesca amadora, conforme determina o regulamento disponível no site oficial do evento. A premiação é um dos grandes atrativos do PESCAR 2025. O primeiro lugar levará um pacote com motor, barco, carreta e motor elétrico. O segundo colocado será premiado com um barco e um motor, e o terceiro receberá um barco. O quarto lugar leva uma carreta, e do quinto ao décimo colocados, cada equipe receberá um motor elétrico. Mais informações, o regulamento completo e o formulário de inscrição estão disponíveis no site da Prefeitura de Carlópolis, na seção PESCAR 2025.

CASO DA SUCATA PÚBLICA: desfecho aponta responsabilidade de secretário e envolvimento de empresário; novas informações revelam possível tentativa de acobertamento

O jornalista Luiz Rogério Alvarenga recebeu nesta quarta-feira (10) novas informações sobre o escândalo envolvendo a retirada irregular de sucata pública da Chácara Municipal de Fartura. O secretário de Meio Ambiente e Agricultura, Paulo César Corrêa Custódio, conhecido como Paulo Surubi, teria admitido sua responsabilidade no caso, afirmando que ele próprio autorizou o empresário Luiz Sasho, dono da Sasho Comércio de Sucatas Ltda, a recolher os materiais recicláveis armazenados no local. Surubi admitiu culpa em reunião nas dependências da Câmara Municipal de Fartura, em solicitação de alguns vereadores. Versões conflitantes e movimentações suspeitas Em contato via WhatsApp com o jornalista Luiz Rogério Alvarenga, Luiz Sasho confirmou que realizou a retirada da sucata, alegando que já havia feito esse tipo de coleta em administrações anteriores, inclusive a pedido da então comissionada, as ex-coordenadora da Pasta. Porém, os desdobramentos mais recentes da investigação revelam detalhes preocupantes. Na manhã de hoje, o jornalista e responsável por esta reportagem esteve na sede da empresa Rei do Ferro, localizada no município paranaense de Carlópolis, e conversou com o proprietário Rogério, que confirmou que sua empresa foi acionada por Luiz Sasho para recolher cerca de 1.500 kg de sucata pública da Chácara Municipal. Após essa coleta, o caminhão ainda passou na sede da empresa de Sasho para carregar mais materiais de propriedade do empresário, antes de retornar à Rei do Ferro. Um dado curioso apontado por Rogério da Rei do Ferro é que, após a repercussão do caso nas redes sociais e na imprensa local, Luiz Sasho teria realizado contato com a empresa para recomprar o mesmo peso de material — embora, desta vez, com sucata prensada, diferente da que foi retirada da Chácara Municipal. A nova carga foi entregue no sábado, coberta com lonas pretas, nas dependências do antigo Matadouro Municipal, estando lá até hoje. Uma afirmação A sucata guardada na sede do antigo matadouro não é a mesma que foi retirada pela empresa Luiz Sasho Comércio de Sucatas Ltda, uma afirmação do proprietário do Rei do Ferro de Carlópolis que, com seu caminhão e em prestação de serviços a Luiz Sasho foi até a Chácara Municipal para a retirada do material descartável pela prefeitura de Fartura, vendendo outra sucata e já prensada e que as despesas com a diária do motorista e diesel seriam por conta de Luiz Sasho além do valor da mercadoria. Mudança de versão: doação ou venda? Inicialmente, os rumores indicavam que o secretário Paulo Surubi havia doado a sucata pública a Luiz Sasho. Agora, surgem informações contraditórias de que o material teria sido comprado pelo empresário. Segundo Rogério, Luiz Sasho lhe vendeu a carga, o que, segundo ele, seria uma transação legal, pois “não houve invasão nem retirada sem ordem”. No entanto, o próprio Rogério reconheceu que, neste caso, tratava-se de material público, o que exige outro tipo de procedimento legal — como licitação ou leilão público, que não ocorreu. Reunião tensa e tentativa de contornar a crise Fontes ligadas à prefeito Marcão do Haras informaram que o secretário Paulo Surubi foi chamado para prestar esclarecimentos a pedido dos vereadores Anderson Lima (PSD) e Professor Henrique (PT), na Câmara Municipal. E que, ele teria assumido total responsabilidade pelo episódio, em uma tentativa de poupar o prefeito Marcão do Haras. Contudo, relatos de bastidores indicam que o prefeito ficou “extremamente nervoso” ao saber do caso. Ainda de acordo com essas fontes, uma reunião reservada foi realizada com a presença dos advogados Dr. Victor Salles (chefe de gabinete) e Dr. Frederico (consultor jurídico comissionado), além do próprio Luiz Sasho e de Paulo Surubi, para apurar a origem do erro e buscar uma forma de minimizar os impactos jurídicos e políticos. Falta de documentação e possível improbidade Segundo Rogério, da Rei do Ferro, nenhum documento foi exigido por parte de Luiz Sasho para comprovar a origem do material que lhe foi vendido. Tampouco há informações sobre notas fiscais, recibos ou documentação oficial que comprovem a legalidade da transação entre a prefeitura de Fartura e a empresa Sasho Comércio de Sucatas Ltda. A ausência de documentos comprobatórios pode configurar crime contra a administração pública, com possível ato de Improbidade Administrativa, Lesão ao Erário e Enriquecimento Ilícito de Terceiros, Peculato e até possível Prevaricação, se o assunto for à Câmara Municipal e supostamente seja arquivado, já que o material recolhido pertencia a Prefeitura Municipal de Fartura. Conexões com a campanha eleitoral de 2024 Luiz Sasho, conhecido popularmente como “Japonês do Ferro-Velho”, é apontado por moradores e adversários políticos como uma figura influente na campanha eleitoral de 2024, tendo coordenado eventos, distribuído bebidas e promovido churrascos em apoio à chapa liderada por Marcão do Haras e Célia do Zé. Essa proximidade levanta suspeitas de que a retirada da sucata possa ter sido uma forma de retribuição política — o que, se confirmado, agrava ainda mais a gravidade do caso. Futuro incerto e cobrança por transparência Enquanto a população aguarda esclarecimentos formais, a expectativa se volta para a próxima sessão ordinária da Câmara Municipal. Vereadores da base governista e da oposição são pressionados a se posicionar diante dos fatos, especialmente o presidente do Legislativo, Bruno Guazzelli Durço (PSD). Fontes ligadas ao prefeito Marcão do Haras disseram que ele também deverá se manifestar ainda hoje, às 18h, durante uma live em que apresentará um balanço dos seus 100 primeiros dias de governo. Resta saber se abordará com transparência o caso da sucata ou continuará tentando se esquivar da responsabilidade. Vale destacar que caso a versão de Surubi, de que o prefeito não teve participação nos atos por ele praticados, o mínimo que Marcão do Haras deveria ter feito, era instaurar uma Sindicância ou Processo Administrativo Disciplinar para apurar quem tanto deu causa ao descumprimento flagrante das Leis que regem a administração pública, ocasionando todo esse desgaste ao governo Marcão do Haras. Mas nem isso foi feito! O jornalista Luiz Rogério Alvarenga permanece acompanhando de perto os desdobramentos e reforça o compromisso com a verdade, a fiscalização dos atos públicos e o direito da população de Fartura à

Homem é preso por tráfico de drogas em Cerqueira César

Na manhã desta quarta-feira (9), a Polícia Militar prendeu um homem por envolvimento com o tráfico de drogas no bairro Vila Nossa Senhora de Fátima, em Cerqueira César. A prisão ocorreu após o suspeito, que transitava de bicicleta, tentar se desfazer de um objeto ao avistar a equipe policial. Durante a abordagem, os policiais localizaram o material descartado próximo a um barranco. No interior do invólucro, foram encontradas 21 porções de cocaína e 26 porções de crack. Na revista pessoal, também foram apreendidos R$ 93 em dinheiro. O suspeito foi conduzido ao Plantão Policial da cidade, onde permaneceu detido à disposição da Justiça. A ação faz parte do trabalho contínuo da Polícia Militar no combate ao tráfico de entorpecentes, dentro das comemorações pelos 200 anos da corporação.

Procurado pela Justiça é capturado pela Guarda Municipal de Taquarituba

A Guarda Civil Municipal de Taquarituba efetuou, na tarde desta quarta-feira (9), a prisão de um homem procurado pela Justiça. A captura ocorreu durante patrulhamento de rotina realizado por uma equipe da corporação. Após a abordagem, o indivíduo foi encaminhado à Central de Polícia Judiciária, onde permaneceu à disposição da Justiça para os procedimentos legais. A GCM de Taquarituba segue intensificando ações preventivas e de segurança no município.

Feminismo seletivo? Onde estão as feministas de Fartura?

O feminismo é um movimento social que luta pela igualdade de gênero, justiça reprodutiva, combate à violência contra as mulheres e empoderamento feminino. Uma das bandeiras mais relevantes nos tempos atuais, o movimento feminista na cidade de Fartura, no entanto, tem se tornado cada vez mais seletivo. Antes proeminente e sendo utilizado como bandeira de um grupo político da cidade, hoje, as adeptas do movimento aparentemente passaram a escolher quais mulheres merecem a sua proteção, revolta e militância. Se o suposto agressor for opositor ao seu grupo político, a militância atua ativamente no tribunal do júri da internet, em denúncias a órgãos fiscalizadores e registros de boletins de ocorrência. Porém, se o suposto agressor for do mesmo grupo político das adeptas ao feminismo, o silêncio é absoluto! Desde o início deste ano, esta Redação vem recebendo relatos sobre mulheres que estão sendo perseguidas politicamente pela atual administração municipal. Em um ato de covardia, logo no primeiro dia do mandato do atual prefeito, Marcão do Haras, pelo menos cinco funcionárias de carreira da Prefeitura de Fartura foram descartadas de suas funções, por meio de mensagens enviadas pelo aplicativo WhatsApp, por mera perseguição política. Sim, perseguição política! Os mesmos atos que o prefeito Marcão, em sua campanha eleitoral e, posteriormente, em entrevistas para veículos de comunicação, disse que não praticaria. Outro relato recebido por esta Redação diz respeito a uma ocasião em que um funcionário de confiança do alto escalão do governo Marcão do Haras teria enviado um “recado” para uma funcionária (mulher), através de conversa via WhatsApp com outro funcionário de confiança, dizendo, em tom ameaçador e intimidatório, no intuito de calar a servidora que se manifestou a favor da administração anterior: “Não se esqueça que eu sei que você ainda está em estágio probatório!” Casos de secretários e chefes de setores intimidando e destratando funcionárias também foram relatados. Um dos secretários de Marcão teria destratado uma funcionária na segunda semana de mandato, com gritos e ordens grosseiras na frente de outros funcionários, o que a fez cair em pranto. Já uma chefe de setor — cargo de confiança do prefeito (isso mesmo, uma mulher) — teria destratado uma funcionária que lhe é subordinada por ela ter questionado sua conduta, alegando que não estaria cumprindo as Leis Municipais. O episódio culminou em uma discussão fervorosa dentro do Paço Municipal (Prefeitura), que, se não fosse a intervenção de terceiros, poderia ter terminado com a chefe agredindo fisicamente a funcionária. Dentro do Paço Municipal, fontes relatam que o clima é de hostilidade e vingança contra funcionários que se posicionaram contra Marcão do Haras durante a campanha eleitoral. Desta vez, não só com mulheres, mas também com homens que se opuseram à eleição de Marcão. Diariamente, ordens são emitidas por parte do prefeito e de seus secretários para que funcionários sejam trocados de setores, sem motivo aparente — a não ser a motivação política —, e para que sejam cortadas gratificações e/ou outros tipos de bonificações de funcionários que as recebiam há anos. Como se não bastassem esses relatos, agora, uma munícipe foi, supostamente, chamada de “vagabunda” por um secretário do governo Marcão do Haras dentro de um órgão público, demonstrando total despreparo para o exercício de um cargo de gestão e para lidar com a população. O que se nota é um silêncio absoluto por parte daquelas que, um dia, se colocaram na linha de frente como defensoras e protetoras das mulheres vítimas de qualquer tipo de agressão física ou psicológica. A hipocrisia se tornou a marca registrada do feminismo seletivo, representado por mulheres que, hoje, se omitem e se acovardam para evitar o cancelamento daqueles que compõem o seu mesmo grupo político-ideológico. O mesmo silêncio é observado por parte da Secretaria Municipal da Mulher, que foi alvo constante dos ataques direcionados à administração anterior pela suposta inércia no trabalho de defensoria dos direitos das mulheres e que, agora, se mantém indiferente a todas essas ocorrências. Inclusive, na gestão anterior, o trabalho da Secretaria da Mulher foi colocado em xeque em várias ocasiões pelos vereadores que antes eram oposição e hoje são situação — e que também permanecem em silêncio e inertes diante de todas as polêmicas desta administração e da displicência do principal órgão municipal de defesa das mulheres. Resta saber até onde vai a hipocrisia e até onde a conduta desses agressores deverá chegar para que alguma providência seja tomada. Hoje, a realidade é que o feminismo seletivo escolhe QUEM protege e DE QUEM se protege. Isso, até o próximo pleito eleitoral, quando a bandeira da hipocrisia será levantada novamente para manipular a massa de manobra em favor do grupo que hoje comanda a cidade.

O que pode e o que não pode nas redes sociais: entenda a lei da internet e as punições para ofensas e xingamentos

“A internet não é terra sem lei! Esteja ciente: sua agressão escrita pode lhe trazer dores de cabeça no futuro, e seus xingamentos podem resultar em prejuízos financeiros.” Com o avanço das redes sociais como espaços de expressão e debate público, cresce também a preocupação com os limites legais do que se pode ou não dizer na internet. Embora muitas pessoas considerem a internet um espaço livre, a legislação brasileira estabelece regras claras sobre o uso responsável das plataformas digitais. Ofensas, xingamentos, calúnia, difamação e discursos de ódio podem gerar punições tanto civis quanto criminais. A Lei da Internet no Brasil No Brasil, a principal legislação que regula o uso da internet é o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014). A lei estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da rede no país. Ela assegura a liberdade de expressão, mas também impõe responsabilidades aos usuários e às plataformas digitais. O Marco Civil determina que todas as pessoas são responsáveis pelos conteúdos que publicam e que, em caso de ofensa a terceiros, podem ser responsabilizadas civil e penalmente. Além disso, o provedor de aplicação (como redes sociais) pode ser obrigado a remover conteúdos após ordem judicial. O que não pode: ofensas, xingamentos e crimes virtuais Nas redes sociais, o que é dito tem consequências. O Código Penal Brasileiro, mesmo criado antes da era digital, é aplicado plenamente nos crimes cometidos online. As principais infrações que ocorrem nas redes são: 1. Injúria (Art. 140 do Código Penal) Consiste em ofender a dignidade ou o decoro de alguém. Exemplos comuns: xingamentos e insultos diretos. Pena: detenção de 1 a 6 meses ou multa. Se a injúria for racial, a pena aumenta para reclusão de 1 a 3 anos, além de multa. 2. Difamação (Art. 139 do Código Penal) Acontece quando se atribui a alguém um fato desonroso, mesmo que verdadeiro, diante de terceiros. Pena: detenção de 3 meses a 1 ano e multa. 3. Calúnia (Art. 138 do Código Penal) Envolve acusar falsamente alguém de um crime, sabendo que a acusação é falsa. Pena: reclusão de 6 meses a 2 anos, além de multa. 4. Ameaça (Art. 147 do Código Penal) Prometer causar mal injusto ou grave a alguém, mesmo pelas redes sociais. Pena: detenção de 1 a 6 meses ou multa. 5. Discurso de ódio, racismo e preconceito Condutas que promovem ou incitam discriminação racial, religiosa, étnica ou de gênero podem ser enquadradas na Lei do Racismo (Lei nº 7.716/1989) ou na Lei nº 14.532/2023, que equiparou a injúria racial ao crime de racismo. Pena: reclusão de 2 a 5 anos e multa, podendo ser maior em casos agravados. Redes sociais e responsabilidade civil Além das sanções criminais, quem ofende ou prejudica alguém nas redes pode ser condenado a indenizar a vítima por danos morais, mesmo que o conteúdo tenha sido apagado. O Judiciário brasileiro tem reconhecido com frequência o impacto das ofensas virtuais e fixado valores de indenização de acordo com a gravidade do caso. Liberdade de expressão tem limites Embora a liberdade de expressão seja um direito constitucional, ela não é absoluta. O direito de se expressar não inclui o direito de ofender, caluniar, difamar ou incitar a violência. O Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu que “a liberdade de expressão não protege discursos de ódio nem manifestações que atentem contra os direitos fundamentais de outras pessoas”. O papel das plataformas As redes sociais também são obrigadas a agir diante de conteúdos ilegais. Após notificação judicial, devem remover mensagens ofensivas ou contas que praticam reiteradamente discursos de ódio ou incitação à violência. O Projeto de Lei das Fake News (PL 2630/2020), ainda em tramitação, busca reforçar a responsabilização das plataformas. O que fazer se for ofendido? Se você for vítima de ofensas ou crimes virtuais: Faça prints e registros do conteúdo publicado. Anote datas, horários, URLs e perfis envolvidos. Registre um Boletim de Ocorrência, que pode ser feito em delegacias físicas ou online, dependendo do estado. Busque orientação jurídica para possíveis ações civis e criminais. Conclusão A internet não é uma terra sem lei. Ofensas e xingamentos nas redes sociais são crimes e podem gerar graves consequências legais. A educação digital e o respeito mútuo são fundamentais para o convívio saudável nas plataformas online. Afinal, o que é dito no mundo virtual tem impacto real — e, muitas vezes, jurídico.

Ex-jogadores participam de jogo beneficente em Fartura em prol da Apae

A cidade de Fartura será palco, neste sábado (5), de um evento esportivo com forte apelo social. Ex-jogadores do futebol brasileiro se reúnem para uma partida beneficente em prol da Apae local, em uma iniciativa que promete mobilizar a comunidade. A ação conta com a colaboração de Alex Claro, ex-Paraná Clube, e Maryel Garbelotti, que atuou no Matsubara-PR. O jogo acontece no Estádio Belgrave Teixeira de Carvalho, a partir das 16h15, e reunirá nomes conhecidos do esporte nacional, que aceitaram o convite para entrar em campo mais uma vez, agora com o objetivo de contribuir para uma causa social. A expectativa é de que a partida beneficente se torne tradição no município, fortalecendo a rede de apoio à entidade. Além do jogo principal, o evento contará com atrações especiais, como apresentações da escolinha do Athletico Paranaense, sediada no Complexo Esportivo Haras Piedade, entre Fartura e Taguaí. Também está programado um amistoso entre a equipe 40+ da Coordenadoria Municipal de Esportes (CME) e o time da Cerâmica São Pedro, de Taquarituba. Os ingressos para o evento estão à venda por R$ 5,00, e toda a renda será revertida para a Apae de Fartura. Doações espontâneas também serão aceitas durante o evento. A organização destaca que o apoio da população é fundamental para garantir a continuidade dos serviços oferecidos pela entidade, que atende crianças e adolescentes com deficiência. De acordo com o Pasquim do Esporte, a iniciativa vai além da arrecadação de recursos, contribuindo também para ampliar a visibilidade do trabalho da Apae e atrair novos voluntários e parceiros. A comunidade farturense já demonstra forte engajamento com a causa, reforçando o espírito de solidariedade que marca o evento.

Homem é preso após furtar farmácia em Manduri

Na noite de sábado (5), a Polícia Militar prendeu um homem suspeito de furtar uma farmácia no bairro Residencial Célia II, em Manduri. Segundo informações da corporação, a equipe foi acionada após o crime e, durante as buscas, localizou o suspeito escondido em um terreno baldio. Com ele, os policiais encontraram quase R$ 1.000,00 em dinheiro, valor que teria sido levado do estabelecimento. O homem foi conduzido ao Plantão Policial e permaneceu preso à disposição da Justiça. A ação rápida da PM resultou na recuperação do valor furtado e na prisão do suspeito.

Servidor público é preso em Avaré por crimes sexuais contra enteada

A Polícia Civil de Avaré prendeu nesta segunda-feira, 7 de abril, um servidor público municipal de 42 anos, suspeito de cometer crimes sexuais contra sua enteada durante a adolescência da vítima. A prisão preventiva foi decretada pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Avaré e é resultado de investigação conduzida pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). Segundo a Polícia Civil, os abusos vieram à tona após denúncia anônima feita pela plataforma Disque 100. A vítima, hoje maior de idade, prestou depoimento e relatou que os crimes ocorreram principalmente enquanto morava com a mãe e o padrasto. Parte dos abusos teria ocorrido em ambiente escolar, onde o investigado atuava profissionalmente. Durante a apuração, a mãe da vítima também foi ouvida e confirmou ter descoberto recentemente o histórico de violência. Após o rompimento do relacionamento com o suspeito, relatou ter começado a sofrer ameaças, o que levou à solicitação de medidas cautelares e protetivas. No dia 4 de fevereiro, equipes da Polícia Civil cumpriram mandados de busca e apreensão na residência do investigado e no colégio onde ele trabalhava. Foram apreendidos um computador, pen drives, celular e outros dispositivos eletrônicos, que foram lacrados e encaminhados para perícia. Com base nas provas colhidas, o Ministério Público solicitou a prisão preventiva do suspeito. A detenção foi realizada sem resistência. O homem foi conduzido ao Plantão Policial e permanece à disposição da Justiça. A Polícia Civil reforça a importância das denúncias anônimas como ferramenta fundamental para a proteção de vítimas de violência sexual, especialmente em contextos familiares.