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Cobrança sem recibo gera desconfiança e polêmica em Fartura

Uma prática recorrente tem gerado preocupação entre os comerciantes da Praça Central. Desde o FARFOLIA ANGRADOCE – Carnaval de 2025, os locatários dos quiosques têm sido cobrados por valores que, segundo os organizadores, seriam destinados à manutenção elétrica, contratação de eletricista e seguranças para eventos. No entanto, a falta de transparência na prestação de contas, especialmente a ausência de recibos ou notas fiscais, tem gerado desconforto e suspeitas entre os envolvidos. De acordo com mensagens e imagens enviadas à nossa redação, o presidente do Conselho Municipal de Turismo (COMTUR), Ricardo Massaruti, popular Minduim, e o responsável pela Pasta da Cultura e Turismo, André Bertoni, têm cobrado os locatários por meio de um grupo de WhatsApp. As cobranças, realizadas informalmente, não são acompanhadas de qualquer documentação que comprove a destinação dos valores arrecadados, gerando desconfiança sobre a legalidade da prática. O que diz a legislação? A prática de cobrar valores sem fornecer um recibo oficial é irregular e pode trazer implicações legais tanto para quem cobra quanto para quem paga. O Código Civil Brasileiro, em seu artigo 319, garante ao devedor o direito à quitação regular, ou seja, ao recibo de pagamento. Além disso, o Procon orienta que todo consumidor tem direito ao comprovante de pagamento. Para quem cobra, a ausência de recibo pode gerar: Risco de contestação, pois o pagador pode alegar que não efetuou o pagamento. Problemas fiscais, pois valores arrecadados sem documentação podem configurar irregularidades junto à Receita Federal. Perda de credibilidade, afetando a transparência e a confiança na gestão. Para quem paga, os riscos incluem: Dificuldade em comprovar o pagamento, tornando-se vulnerável a cobranças indevidas ou repetidas. Impossibilidade de reembolso, pois não haveria documento que comprove o pagamento. Falta de controle financeiro, uma vez que os recibos são essenciais para a organização das finanças pessoais. Possíveis implicações legais A falta de emissão de recibos ou notas fiscais pode configurar crime de estelionato, além de infração ao Código de Defesa do Consumidor e à legislação tributária. Segundo o artigo 171 do Código Penal, a obtenção de vantagem indevida, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, caracteriza estelionato, crime passível de sanções penais. Diante dessas denúncias, espera-se que as autoridades competentes tomem providências para esclarecer a situação e garantir maior transparência na gestão dos recursos arrecadados. Enquanto isso, os comerciantes seguem inseguros quanto à destinação dos valores pagos e aguardam respostas das autoridades municipais de Fartura. PRINTS DAS MENSAGENS EM APLICATIVO DE WHATSAPP

Carlópolis adotará CEPs individualizados a partir de 31 de março

O município de Carlópolis, no Norte Pioneiro do Paraná, terá novos Códigos de Endereçamento Postal (CEPs) a partir de 31 de março. A medida, implementada pelos Correios, visa melhorar a precisão na entrega de correspondências e encomendas, além de facilitar cadastros em serviços públicos e privados. Atualmente, na cidade utiliza um único CEP para toda a área urbana, o que pode dificultar a localização de endereços. Com a mudança, cada rua, avenida e logradouro passará a contar com um código exclusivo, tornando o serviço postal mais eficiente. Os moradores devem atualizar seus dados cadastrais em bancos, serviços de assinatura, empresas e órgãos públicos para evitar transtornos na entrega de correspondências. A consulta dos novos CEPs pode ser feita no site dos Correios ou nas agências locais. A iniciativa integra um projeto que abrange nove municípios do Paraná, segundo informações do portal Bem Paraná.

Motorista morre após perder controle do veículo e cair em valeta em Carlópolis

Um homem morreu na noite deste domingo (31) após perder o controle do veículo e cair em uma valeta em Carlópolis, no Norte Pioneiro do Paraná. De acordo com informações preliminares, o acidente ocorreu quando o motorista trafegava por uma via da cidade e, por razões ainda desconhecidas, saiu da pista. Equipes de resgate foram acionadas, mas a vítima não resistiu aos ferimentos e morreu no local. A Polícia Civil investiga as circunstâncias do acidente. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os procedimentos de praxe.

Locutor farturense e a polêmica da mala de dinheiro

Durante as festividades de aniversário de Fartura, um momento inesperado causou desconforto entre os presentes. O popular locutor, José Edson, ao discursar, fez uma brincadeira que irritou o prefeito Marcão do Haras. Em tom descontraído, José Edson mencionou: “Mas eu tenho uma dívida com o Marcos, porque ele já realizou vários eventos lá no Centro do Haras Piedade, Almir Sater, Renato Teixeira, grandes homens da música popular brasileira. E eu fui convidado pelo Marcos para estar lá apresentando estes shows. Infelizmente, devido ao compromisso com a emissora, eu não pude estar presente. Aí outros eventos aconteceram, e a gente ficou naquela. Um dia dá certo. Nesse evento, quase que não dá de novo. Daí, ‘chegaram lá com a maleta, 50 mil reais’. Falei, minha Nossa Senhora, Marcinho. Agora eu tenho que ir…”. No momento da declaração, o prefeito Marcão do Haras, visivelmente desconfortável, repreendeu o locutor, que prontamente tentou mudar de assunto: “Vou mudar de assunto. Vamos mudar de assunto, porque senão já vai para a Câmara. Aí vira um rolo de novo. Brincadeira, gente. É de coração, viu? É farturense que está aqui. Não tem nada a dizer, não. Mas vamos parar de enrolar, vamos chamar aqui a palavra do querido prefeito da cidade de Fartura, que chegou três meses de governo, já em busca de muita coisa boa para a nossa cidade!”. A brincadeira, no entanto, pode gerar questionamentos e dores de cabeça. Qual foi o cachê de contratação do locutor farturense José Edson Serafim? O pagamento foi realizado com recursos das licitações, que somam quase R$ 100.000,00, ou com o dinheiro arrecadado dos locatários dos quiosques, feirantes e ambulantes? Outra dúvida levantada pela população diz respeito ao Boteco do Massa, que interditou uma rua e colocou cadeiras na via. Houve recolhimento de impostos para essa ocupação? Além disso, quanto foi arrecadado com o evento? Quem pagou, quem doou e quanto a prefeitura gastou no total? A comunidade farturense aguarda esclarecimentos sobre essas questões. O episódio reforça a importância da transparência na gestão dos recursos públicos e na organização de eventos municipais.   ÁUDIO NA ÍNTEGRA:

Polícia Militar prende homem por furto a residência em Avaré

Um homem foi preso na manhã desta segunda-feira (31) em Avaré, após furtar uma residência. A Polícia Militar identificou o suspeito por meio de imagens e realizou diligências que resultaram em sua prisão. Com o infrator, foram recuperados uma TV de 26 polegadas, duas extensões elétricas, pedaços de nível e quatro espetos de alumínio. O homem foi conduzido ao Plantão Policial, onde permaneceu à disposição da Justiça.

Polícia Militar prende dupla por tráfico de drogas em Avaré

Dois homens foram presos na noite de domingo (30) no bairro Vila Operária, em Avaré, por tráfico de drogas e associação para o tráfico. A ação ocorreu durante uma abordagem da Polícia Militar. Com os suspeitos, foram apreendidos 2,163 kg de maconha, uma balança de precisão e uma faca com resquícios da droga. A dupla foi encaminhada ao Plantão Policial, onde permaneceu presa à disposição da Justiça.

Mulher é presa por tráfico de drogas em Avaré

Uma mulher de 45 anos foi presa por tráfico de drogas na tarde de sexta-feira (28), no bairro Vila Martins, em Avaré. A ação ocorreu durante uma abordagem da Polícia Militar dentro de um estabelecimento comercial. Durante a revista, os policiais encontraram 71 gramas de maconha, uma balança de precisão, um rolo de papel filme, sete caixas de cigarros contrabandeados do Paraguai e R$ 965 em dinheiro. A suspeita foi encaminhada ao Plantão Policial, onde permaneceu presa à disposição da Justiça.

Homem é preso em flagrante por agredir filho adolescente em Taquarituba

Um homem foi preso em flagrante na noite de domingo (30) em Taquarituba, acusado de agredir o próprio filho, um adolescente de 14 anos. O caso ocorreu por volta das 21h30, na Vila São Vicente. A vítima abordou uma equipe da Guarda Civil Municipal (GCM) e relatou ter sido agredida a socos e pontapés pelo pai. Diante da denúncia, os agentes foram até a residência do jovem, onde receberam a informação de que o suspeito estaria em um bar próximo. O homem foi localizado e detido, sendo encaminhado à Delegacia. O delegado de plantão autuou o agressor em flagrante por violência doméstica, e ele permaneceu à disposição da Justiça.

Motorista embriagado cai em ribeirão após perder controle do veículo em Taquarituba

Um motorista embriagado caiu no Ribeirão do Lajeado, em Taquarituba, na noite de sábado (29), após perder o controle do veículo. O caso ocorreu por volta das 20h30, na Rua André Garcia Domingues, quando uma equipe da Guarda Civil Municipal (GCM) encontrou um Fiat Pálio sobre a calçada, às margens do ribeirão. Ao se aproximarem para averiguação, os agentes localizaram o condutor dentro da água, caído de costas e sem conseguir se levantar. Após ser resgatado, o homem relatou que, ao tentar remover o carro da calçada, acabou perdendo o equilíbrio e caindo no ribeirão. O motorista apresentava sinais de embriaguez e foi conduzido à Delegacia, onde foi autuado por dirigir sob efeito de álcool. Após os procedimentos legais, ele foi liberado. O veículo foi retirado do local e entregue a um condutor habilitado.

Fartura faz 134 anos, a população se pergunta: há motivos para comemorar?

Fartura completa 134 anos de emancipação político-administrativa, mas, para muitos cidadãos, a data não traz motivos para celebração. Pelo contrário, a insatisfação cresce diante de uma série de problemas que comprometem a qualidade de vida da população e levantam questionamentos sobre a atual gestão municipal. Nas redes sociais, os moradores denunciam a falta de medicamentos na Farmácia Municipal, o cancelamento de medicamentos e alimentos especiais para crianças e a negligência na realização de exames médicos, deixando a saúde pública em situação preocupante. Além disso, produtores e moradores da zona rural reclamam das péssimas condições das estradas, que seguem sem manutenção adequada. Já na área urbana, o descaso com a limpeza é evidente: mato alto nas entradas da cidade, calçadas sujas, restos de construção e acúmulo de terra e areia dificultam a mobilidade e dão um aspecto de abandono ao município. Outro ponto de indignação são as promessas não cumpridas por vereadores e pelo próprio prefeito. No início da gestão, alegou-se que não havia maquinário em condições de uso e que tudo estava sucateado. No entanto, esses mesmos equipamentos reapareceram em funcionamento, sendo utilizados para atender grandes empresários da cidade, gerando desconfiança entre os munícipes. E os escândalos não param por aí. O prefeito foi denunciado por suposto uso indevido do carro oficial para fins particulares, incluindo visitas a obras particulares no Haras Piedade. O caso foi encaminhado à Câmara Municipal e ao Ministério Público, mas a conivência de aliados da administração levanta suspeitas sobre possíveis omissões e favorecimentos dentro do governo. Licitações também foram alvo de denúncias, chegando ao Tribunal de Contas, que solicitou esclarecimentos do prefeito e da equipe responsável pelos pregões municipais. E, em meio a tantos problemas administrativos, a ineficiência do serviço público ficou evidente em um caso trágico. Recentemente, um grave acidente resultou na morte de uma professora. Testemunhas afirmam que acionaram as autoridades imediatamente, mas a Polícia Militar levou quase uma hora para chegar ao local. O SAMU de Fartura, mesmo com uma ambulância nova, não compareceu à ocorrência, sendo necessário o deslocamento do Corpo de Bombeiros de Piraju para atender a vítima. Diante desse cenário, a pergunta que ecoa entre os cidadãos é: Fartura tem o que comemorar? Enquanto promessas vazias e descasos prevalecerem, a resposta parece ser um amargo “não”.